segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Ceia de Natal saudável e saborosa





A noite de Natal é para ser comemorada ao lado da família, com  festa, paz, alegria e muita confraternização e religiosidade. Dependendo do estilo das pessoas a festa pode ser simples, sofisticada, mas sempre com detalhes que dão aquele algo mais. Geralmente os avós é que comandam tudo, das orações à distribuição de presentes. Em muitas reuniões costumam acontecer cenas hilárias como a da família de fanáticos são-paulinos que encerram a festa cantando, ou melhor, berrando o hino do clube. Mas, a ceia precisa estar sempre impecável.
As frutas dão o toque nacional. As mais indicadas são o pêssego, o abacaxi e a pêra. Alimentos oleosos, como nozes e castanhas, podem ser consumidos em pequenas quantidades, picadas e misturadas à salada ou ao arroz.
Carnes: gordurosas como lombo, tender e pernil, também consumidas em excesso em muitos lugares do Brasil e do mundo, devem ser cortadas do cardápio. Para evitar o risco de doenças cardíacas, é preferível que sejam substituídas por carnes brancas como peito de peru, chester e frango.
Peixes: são muitos os benefícios. Escolha os de água profunda, como o salmão, a sardinha. o arenque e a truta, que possuem uma camada de gordura para manter a temperatura. Essa gordura benéfica é conhecida como Ômega 3 e contribui para a saúde das artérias e do coração.
Quanto a tradicional farofa que acompanha carnes e assados, deve ter maçã, abacaxi e banana além de frutas secas como uva, damasco e ameixa.
O arroz deve ser integral, rico em
fibras e proteínas.
Bebidas: os destilados devem ser substituídos por vinho que, além de conter menor teor alcoólico, possui boro e flavonoides, indicados para prevenir doenças do coração.
Agora, é só arrumar a mesa bem bonita com uma decoração natalina e receber a família e os amigos para comemorar o nascimento do Menino Jesus.
 

Fontes: http://blogs.jovempan.uol.com.br/melhoridade/ceia-de-natal-saudavel-e-saborosa/

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Entendendo mais sobre o AVC


 
O acidente vascular cerebral (AVC) é uma doença que se caracteriza pela interrupção da oxigenação do tecido cerebral de alguma área do cérebro, com consequente perda de determinadas funções a essa área relacionadas, representa uma das principais causas de morte no mundo e no Brasil. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), no mundo, cerca de 16 milhões de pessoas sofrem um AVC a cada ano, sendo que destas mais de 6 milhões acabam por falecer. No Brasil, a doença cerebrovascular representa a primeira causa de morte, totalizando cerca de 68 mil mortes por ano. Além do risco de morte, a doença provoca uma série de incapacidades e compromete, de forma bastante significativa, a qualidade de vida dos indivíduos acometidos. 

Existem dois tipos diferentes de acidente vascular cerebral. O mais comum deles é o AVC isquêmico, responsável por mais de 80% dos casos, e que se caracteriza pela interrupção da oxigenação do tecido cerebral em decorrência de uma obstrução ao fluxo sanguíneo, causada pela presença de um trombo (coágulo que se forma dentro do vaso sanguíneo daquela região cerebral) ou um êmbolo (coágulo que se desenvolve em outra região do organismo, se desprende, percorre a circulação sanguínea até obstruir um outro vaso). 

O segundo tipo é o AVC hemorrágico, responsável por cerca de 20% dos casos e que ocorre quando há extravasamento de sangue em um determinado território cerebral em consequência da ruptura de algum vaso sanguíneo. A região afetada deixa de ser oxigenada e passa também a sofrer os efeitos da compressão do tecido cerebral pelo sangue estravasado. 

Quais os fatores de risco?

No contexto das mudanças no panorama do envelhecimento populacional global, a relevância da doença se torna cada vez maior. A doença cerebrovascular tem como um dos principais fatores de risco o aumento da idade. O risco de ocorrência de um AVC aproximadamente dobra a cada década de vida após os 55 anos. Existem ainda outros fatores de risco que também não podem ser modificados, tais como os étnicos (neste caso a raça negra) e a existência de história familiar presente (avós, pais ou irmãos). 

Entretanto, são os fatores de risco modificáveis que, associados à idade, têm gerado grande impacto tanto na ocorrência quanto na evolução do acidente vascular cerebral. Hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, tabagismo, dislipidemia (alteração nos níveis de colesterol e triglicérides), arritmias cardíacas (dentre as quais a fibrilação atrial se destaca), obesidade, sedentarismo, dieta inadequada (rica em sal, gorduras saturadas, excessivamente calórica), doença arterial carotídea estão entre os principais fatores de risco passíveis de mudança e/ou tratamento. 

A hipertensão arterial sistêmica é o principal fator de risco para o AVC. De acordo com dados da OMS, em 2008 havia no mundo cerca de 1 bilhão de pessoas com hipertensão não controlada, sendo ela responsável por aproximadamente 50% dos casos de AVC isquêmico, aumentando também o risco para o AVC hemorrágico. 

O diabetes mellitus também se destaca entre os fatores de risco. A probabilidade de um evento cerebrovascular isquêmico é duas vezes maior em pacientes diabéticos. Outros importantes fatores de risco relacionados ao AVC isquêmico são as arritmias cardíacas, dentre as quais a fibrilação atrial assume maior relevância. Essa arritmia causa um risco aumentado de formação de coágulos no interior do coração, mais especificamente no atrio esquerdo, que podem percorrer a corrente sanguínea e ocluir um vaso arterial à distância. Na maioria destes casos é um vaso cerebral que é acometido. O AVC provodado pela fibrilação atrial é em geral mais grave, deixando sequelas mais importantes. 

Ainda como fator de risco bastante significativo está o tabagismo. As substâncias existentes no cigarro geram reações inflamatórias e lesões nas paredes dos vasos sanguíneos, favorecendo a formação das placas ateroscleróticas, que podem acabar por obstruir as artérias. 

Como é a manifestação de um AVC?

Reconhecer rapidamente os sinais de um acidente vascular cerebral e encaminhar o paciente para o tratamento o mais precocemente possível é a principal forma de se evitar quadros mais graves e sequelas mais significativas após a instalação da doença. Início súbito de sensação de dormência, fraqueza, dificuldade para movimentar a face, braços e/ou pernas em um lado do corpo são alguns dos sintomas frequentemente associados ao evento. Dificuldade na fala, alterações visuais, cefaleia e oscilações no nível de consciência são também manifestações comuns. 

O tratamento do AVC agudo objetiva manter a estabilidade clínica do paciente, protegendo as vias aéreas e a respiração, controlando a pressão arterial quando indicado, estabilizando quaisquer condições clínicas que possam agravar o quadro, além de identificar qual é o tipo de acidente vascular (isquêmico ou hemorrágico), com a finalidade de indicar o tratamento específico para cada tipo e definir a causa do evento. Após o controle da fase aguda, o tratamento das causas do acidente vascular é fundamental para prevenir novos episódios. 

Como prevenir?

Considerando ser a hipertensão arterial uma das principais causas de AVC, seu tratamento é imperativo. Deve-se tentar alcançar uma pressão arterial abaixo de 140 x 90 mmHg. Para isso, um grande arsenal de medicamentos anti-hipertensivos está disponível no mercado. 

Nos casos em que o mecanismo da doença envolve a existência de arritmias cardíacas, em especial a fibrilação atrial, o tratamento com medicações antiarrítmicas e anticoagulantes, que visam manter o coração num ritmo regular e impedir a formação de coágulos é de extrema importância. 

Outras medidas como o controle rigoroso do diabetes mellitus, das alterações do colesterol e triglicérides, a cessação do tabagismo e o controle alimentar são também fundamentais para a diminuição do risco de AVC. 

Sendo assim, manter um estilo de vida saudável, com uma dieta balanceada, sem excesso de sal e gorduras, com atividade física regular, livre do cigarro e do consumo excessivo de álcool, além da realização de acompanhamento médico regular, com tratamento das condições que coloquem o indivíduo sob risco de um AVC são as medidas mais eficazes de prevenção dessa doença tão comum e devastadora em todo o mundo. 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Dica sobre viajar com a Terceira Idade


Estudos evidenciam que as motivações relacionadas ao lazer como: passeios, viagens, exercícios físicos, música, dança, cinema, teatro, entre outros, planejados especificamente para os idosos podem mantê-los fisicamente e intelectualmente mais ativos, ajudando a retardar ou afastar as doenças mais comuns nessa fase. Estas atividades melhoram os relacionamentos interpessoais e ampliam a rede social evitando o isolamento social e a depressão
Dentre as atividades de lazer, as viagens ocupam um papel de destaque com vários benefícios físicos e mentais. Por outro lado, os idosos podem estar expostos a diferentes riscos, que merecem cuidado especial e planejamento, tanto nas viagens de avião, navio ou transporte terrestre. 
A recomendação mais importante é que você visite seu médico antes da viagem para informar seu roteiro e pedir orientações sobre quais os cuidados você deve tomar. Pergunte a ele sobre possíveis medicamentos você deve levar para alguma eventualidade, ele é a melhor pessoa para orientar. 
Procure saber sobre o clima do destino escolhido, já que as pessoas idosas são mais vulneráveis as altas temperaturas e aos frios extremos. Outro cuidado é em relação aos riscos e condições sanitárias em que o local escolhido se encontra. Deve-se ter um cuidado intenso com alimentos e consumo de água, utilizando-se apenas os de fontes confiáveis. 
É importante atualizar sua carteira de vacinação e consultar sobre quais vacinas se devem tomar antes de viajar. A imunização ajuda na prevenção de doenças infecciosas e, desta forma, evita possíveis descontroles de doenças cardíacas, diabetes, hipertensão, entre outras. 
Se você faz uso de medicamentos de uso contínuo, leve-os em quantidade suficiente para o período da viagem junto com a prescrição médica, pois nem sempre você vai encontrar os remédios no local de destino. Caso a viagem seja para outro país, consulte a legislação do destino, pois em alguns países não poderá ingressar com medicamentos na bagagem sem as receitas médicas. 
Lembre-se também de levar na bagagem de mão os medicamentos para o período em que estiver em trânsito para que não haja falha no tratamento durante a viagem. Além disso, para evitar falta em caso de prolongamento inesperado da viagem, leve uma quantidade extra dos seus remédios de uso contínuo. 
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as viagens com mais de 4 horas de duração, por qualquer meio de transporte, podem provocar trombose, especialmente nas pernas, e embolia pulmonar em pessoas de idade avançada que não tomem medidas preventivas adequadas, como por exemplo, usar roupa confortável, fazer alongamentos antes e depois da viagem, estimular a circulação flexionando as extremidades, mudar de postura e caminhar sempre que possível. Verifique com seu médico se será necessária alguma medida adicional. 
Durante toda a viagem o idoso deve beber uma boa quantidade de líquidos, se alimentar de maneira moderada e preferir alimentos leves. 
Caso haja diferença de fuso horário, procure descansar após a chegada ao destino, para que seu corpo se ajuste ao novo horário e não ocasione alterações dos padrões de sono, concentração, fome, dor de cabeça e irritabilidade
Cuidados durante a viagem
No local em que se hospedar tome cuidado com o piso do banheiro, tapetes no quarto, móveis ao meio do caminho, etc. Lembre-se que esses objetos podem causar quedas e prejudicar muito sua viagem. 
Ao se levantar da cama durante a noite ou pela manhã, sente-se e espere alguns minutos para levantar-se. É importante deixar uma luz acesa, para facilitar que o idoso se situe durante a noite e encontre o "caminho". Afinal é um ambiente novo e desconhecido.
Resista as "tentações" da gastronomia local, evite comidas apimentadas ou extremamente temperadas. Prefira alimentação leve. Claro que pode experimentar um pouquinho, mas evite os exageros. 
Verifique com seu convênio médico se há cobertura no local de destino, no caso de viagem para outros países é prudente fazer seguro saúde internacional. Saiba que atendimento de saúde no exterior é caro e podem afetar seu planejamento financeiro. 
Com todas essas informações e precauções, agora o mais importante: relaxar e aproveitar ao máximo a sua viagem! 



segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Quais os cuidados com os idosos no verão!


Na estação mais quente do ano é necessário estarmos atentos. Deve-se priorizar uma alimentação correta e sempre estar ingerindo líquidos para manter-se hidratado. Assim como as gestantes e crianças precisam desses cuidados redobrados, os idosos também necessitam de atenção e certos procedimentos para passarem pelo verão de forma saudável.
Entre os problemas que podem aparecer, a queda brusca de pressão, desidratação e infecção respiratória e também indisposição alimentar são considerados os mais frequentes. Isso acontece porque o organismo do idoso já não procede a suas funções de uma maneira tão eficiente como antes.
A ingestão de frutas, água e muitas verduras é o ideal para ajudar o idoso a passar pela estação mais quente do ano. Alimentos ricos em água ajudam na desidratação, que se trata da perda excessiva de água do organismo e é muito frequente em idosos. A desidratação no idoso pode desencadear perda de consciência, queda de pressão, tontura e inclusive lesões em órgãos internos como fígado e rins. Em geral a quantidade ideal de água que o idoso deve tomar é de 2 litros por dia.
Comer frutas e saladas diariamente também é indicado, porque se tratam de alimentos leves. Mas é importante verificar se o alimento não está estragado, o que acontece no verão com muito mais rapidez. Por fim certifique-se se o alimento está bem lavado, dessa maneira irá evitar a possibilidade de lesões gastrointestinais.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

SÍNDROME DO OMBRO CONGELADO


A síndrome do ombro congelado (Capsulite adesiva, Capsulite retrátil), trata-se de um processo localizado à cápsula articular gleno-umeral que evolui da inflamação para retrações e aderências capsulares.
Clinicamente caracteriza-se por dor e limitações da mobilidade ativa e passiva em todas as direções, com ausência de alterações radiológicas. Estas alterações são reversíveis conservadoramente e em casos mais severos, fazem-se necessários desbloqueios via artroscopia.
Atinge pessoas entre 50 e 70 anos com maior incidência em mulheres.

Evolui em 3 fases:
Fase Dolorosa: (De 2 a 4 meses) - Dor de início insidioso e agravamento gradual.
Fase de Rigidez: (De 4 a 12 meses) - Dor estável e perda progressiva da mobilidade.
Fase de "Degelo": perda da ADM

Objetivos da reabilitação:
Promover analgesia da região do ombro;
Reduzir inflamação;
Promover relaxamento da musculatura de cintura escapular, ombro e braço;
Ganhar e manter amplitude de movimento de todo o ombro;
Fortalecer músculos do ombro, braço e cintura escapular;
Melhorar sincronismo de a biomecânica articular das articulações gleno-umeral, acrômio clavicular e escapulo torácica;
Reeducar e estimular a propriocepção do ombro e cintura escapular.

Tratamento:
Visando um tratamento mais eficaz, faz-se necessário observar a causa primária do ombro congelado, e a partir daí fazemos um plano de reabilitação específico, incluindo técnicas de mobilização intra-articular, alongamento dos músculos da cintura escapular e cápsula articular, crioterápica em casos de inflamação, hidroterapia, tens, ondas curtas sobre o ombro e orientações ao paciente sobre exercícios para a manutenção do ombro.


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

CINESIOTERAPIA

Técnica de reabilitação, onde são usados os conhecimentos de anatomia, fisiologia e biomecânica p/ proporcionar ao paciente um melhor e mais eficaz trabalho de reabilitação.
Adicionados aos conceitos acima, o terapeuta usa ainda seus conhecimentos de técnicas manuais para facilitar ou resistir ao movimento específico solicitado.
O movimento ativo que aciona o sistema artromuscular é dependente da contração muscular. Existem diferentes tipos de contrações musculares, que são classificadas em função do estimulo de origem como: mobilidade reflexa, mobilidade voluntária e mobilidade automática.
As técnicas ativas têm um lugar de destaque em quase todos os estágios dos tratamentos reeducativos. Na verdade toda motricidade recorre a três processos:
- Um neuropsicomotor de comando, de regulagem, de integração da atividade muscular;
- Um bioquímico de alcance e de transformação de energia mecânica;
- Um biomecânico de deslocamento ou de flexão dos elementos esqueléticos em função das diferentes forças presentes.
Os Movimentos Básicos Cinesioterapia
ADUÇÃO
ROTAÇÃO INTERNA
PRONAÇÃO
ROTAÇÃO EXTERNA
SUPINAÇÃO
FLEXO EXTENÇAO
DORSO-FLEXAO
O terapeuta atua auxiliando, assistindo, resistindo ativa ou passivamente a fim de atingir um objetivo específico pré-determinado. Essa atuação passiva ou ativa depende do objetivo traçado do movimento, ou conscientização corporal solicitada, etc...
Com o trabalho cinesioterapêutico, esperamos reabilitar ou melhor reequilibrar as forças mecânicas atuantes em nosso organismo como um todo, proporcionando uma melhor qualidade de movimento (ou de forças) levando a uma melhora da qualidade de vida aos idosos.

Fonte: http://fisiomarcelogeriatria.blogspot.com.br/2010/02/tecnicas-utilizadas-na-fisioterapia.html

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

TÉCNICAS UTILIZADAS NA FISIOTERAPIA GERIÁTRICA


O envelhecimento é um fenômeno biológico, psicológico e social que atinge o ser humano na plenitude de sua existência, modificando sua relação com o tempo, com o mundo e com sua própria história.
O relacionamento do idoso com o mundo se caracteriza pelas dificuldades adaptativas, tanto emocionais quanto fisiológicas. No relacionamento com sua história o idoso pode atribuir novos significados a fatos antigos através da experiência de vida adquirida. Nesse processo, nosso grande objetivo é oferecer qualidade de vida com muita segurança e carinho. É isso que nós fisioterapeutas temos como obrigação, além de pesquisas para melhor compreendimento de determinadas patologias que são apresentadas na terceira idade.
A Fisioterapia, pode auxiliar o tratamento e a prevenção de doenças atuando junto ao idoso e proporciona uma melhor qualidade de vida a este, promovendo uma melhor postura, uma marcha equilibrada, uma melhora da autoestima, evitando a depressão e o sentimento de incapacidade.

Dentre muitas técnicas as mais utilizadas na geriatria são:
Hidroterapia - Terapia feita dentro da água pelo baixo impacto que causa aos idosos é a preferida pelos fisioterapeutas. Utiliza exercícios para articulações e músculos.
Mecanoterapia - Terapia com aparelhos mecânicos para fortalecer a musculatura.
Cinesioterapia - Terapia por movimentos. São exercícios que têm como objetivo trabalhar articulações e musculatura.

Fonte: 
http://fisiomarcelogeriatria.blogspot.com.br/2010/02/tecnicas-utilizadas-na-fisioterapia.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

MECANOTERAPIA


A Mecanoterapia é o tratamento por exercícios através da utilização de aparelhos mecânicos destinados a desenvolver flexibilidade, mobilidade, força muscular, resistência à fadiga, coordenação, equilíbrio e habilidades motoras funcionais
Dentre a gama de aparelhos mecanoterapêuticos disponíveis para a prática fisioterapêutica, e das várias maneiras de agrupá-los, a mais funcional é aquela adotada segundo o tipo de movimento ou tratamento feito no equipamento. Assim, temos aparelhos que não oferecem resistência ao movimento (ex.: Barra de Ling, prancha ortostática, tábua de quadríceps e Quadro Balcânico), aparelhos que oferecem resistência ao movimento (ex.: Cadeira de Bonet, leg press, bicicleta estacionária, esteira ergométrica e halteres), aparelhos para treino de marcha (ex.: andador, barra paralela, escada progressiva e rampa), aparelhos proprioceptivos (ex.: pranchas de equilíbrio, cama elástica, bola suíça e balancim), aparelhos para reeducação postural (ex.: Thera-band, mesa de RPG, bola suíça e Barra de Ling), aparelhos para tração vertebral (ex.: tração cervical ou lombar) e incentivadores respiratórios (ex.: Voldyne, triflo, flutter e peak flow).-
Existem ainda alguns princípios básicos para o uso dos aparelhos mecanoterapêuticos, a seguir: (a) avaliar a integridade osteo-mio-ligamentar do paciente antes de usar o equipamento; (b) determinar os tipos de exercícios a serem usados (passivo, ativo-assistido, ativo livre ou ativo resistido), de acordo com a característica do aparelho e da função motora a ser trabalhada; (c) colocar o paciente em posição fundamental para o uso de determinado aparelho, evitando movimentos compensatórios; (d) graduar o número de repetições e a carga dos exercícios, quando utilizar aparelhos que oferecem resistência ao movimento; (e) tomar as devidas precauções de segurança quando usar o equipamento, como estabilizar as estruturas corporais apropriadamente a fim de prevenir movimentos indesejados ou evitar sobrecarga indevida nos segmentos corporais; (f) quando o exercício for completado, deixar o equipamento em condição apropriada para uso futuro e; (g) reavaliar o paciente para determinar como o programa terapêutico foi tolerado por ele, ajustando-o para uma nova fase de exercícios.

 Fonte: http://fisiomarcelogeriatria.blogspot.com.br/2010/02/tecnicas-utilizadas-na-fisioterapia.html

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Idosos serão 30% da população em 2050


A Organização das Nações Unidas estima que, em meados deste século, 30% da população no Brasil e em outros 64 países, terão mais de 60 anos. Em 1950, a expectativa de vida não passava de 50 anos nos países desenvolvidos, onde hoje é superior a 80. O envelhecimento da população traz desafios aos países, principalmente para aqueles em desenvolvimento, onde o ritmo é mais acelerado. Previdência, adaptação do sistema de saúde e violência são temas prioritários nesse momento de transição demográfica e serão discutidos na Reportagem Especial desta semana.
Na capítulo de amanhã, o envelhecimento da população e os novos desafios, como o sistema de previdência, que preocupa governos em todo o mundo.
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Daqui a doze anos, em 2025, o Brasil vai ocupar o sexto lugar em número de idosos no mundo. Hoje, indivíduos com 60 anos ou mais já representam 12% da população. De acordo com o IBGE, são 23 milhões e meio de pessoas. Em 2001, os idosos representavam apenas 9% do total de brasileiros.

Estudo da ONU mostra que, em 2050, o planeta terá 2 bilhões de idosos. Em 1950, eles eram 200 milhões. Segundo o mesmo levantamento, entre 2010 e a projeção para 2015, ocorre crescimento anual da população acima de 60 anos três vezes maior que o observado para a população total.

No Brasil, no entanto, o envelhecimento ocorre de forma particularmente acelerada, como destaca a coordenadora do Estudo Brasileiro de Saúde e Bem Estar dos Idosos (Elsi/Brasil), a médica e pesquisadora Maria Fernanda Lima:

“O Brasil é um dos países com o ritmo mais rápido de envelhecimento no mundo. Enquanto, por exemplo, a população da França idosa, com 65 anos ou mais, demorou cem anos pra dobrar de tamanho, a gente vai fazer isso em pouquíssimas décadas, em duas décadas.”

A expectativa de vida no Brasil do início do século passado não chegava a 34 anos. Um bebê brasileiro nascido em 2013 pode esperar viver pelo menos 40 anos mais. A média de vida já ultrapassa os 73 anos. Mas, além de as pessoas estarem vivendo mais, há outros fatores que explicam o envelhecimento populacional.

O principal deles é a queda da fertilidade, hoje inferior a dois filhos por casal no País. Atualmente, o porcentual de crianças entre zero e cinco anos está em 8,5%, contra 11% há dez anos.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Aumento da população de idosos e mercado de serviços na capital




Em 2050 eles serão 64 milhões de brasileiros e representarão 30% da população do País. O Brasil do futuro vai ficar velho e nas próximas décadas terá que acolher os adultos e jovens de hoje. Os idosos são 19 milhões e respondem por 9,84% da população atualmente, mas já existem negócios focados neles, como agências de turismo e academias de ginástica. Em alguns casos, este público já representa 70% do faturamento.

Com o crescimento do grupo, vão aumentar as incertezas quanto à capacidade do País em amparar esta parcela da sociedade. Por outro lado, as oportunidades a ser atendidas irão muito além da oferta de serviços na área de saúde ou da oferta de remédios para cuidados básicos.

De acordo com o IBGE, a população brasileira deve chegar ao máximo em 2039, com 219 milhões de habitantes e diminuir a partir de então, até chegar a 2050, com 215 milhões de pessoas. “O aumento da participação do idoso na sociedade é um resultado da queda nas taxas de fecundidade e no aumento da expectativa de vida no País”, explica o coordenador Técnico do Censo Demográfico na Bahia, Joilson Rodrigues de Souza. De 1950 até 2008, a expectativa de vida do brasileiro aumentou dos 43,3 para os 73 anos.

O artigo Mercado da Terceira Idade, publicado em 2006 pelo mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais, José Ribeiro, especialista do Escritório da Organização Internacional do Trabalho no Brasil (OIT), destaca o potencial econômico dos idosos. Com base no Censo demográfico de 2000, ele ressalta áreas em Salvador com potencial de negócios para quem tem mais de 60.

O grupo ocupava 6,8% em média da população, mas a participação podia chegar aos 20% entre os moradores da Barra, Barra Avenida, Campo Grande, Canela e Vitória. Em relação à renda, cuja média era equivalente a 5,6 salários mínimos, havia uma variação entre 1,3 salários mínimos no Bairro da Paz e 21,6 salários no Itaigara, Caminho das Árvores e Iguatemi.

Na última Feira do Empreendedor, o Sebrae apresentou a agência de cuidadores como uma oportunidade para quem deseja investir em novos negócios. “Os idosos são um mercado que se destaca no Brasil”, afirma a coordenadora de atendimento empresarial, Isabel Ribeiro. Infraestrutura, acessibilidade, acompanhamento, lazer, entretenimento e estética são boas áreas, aponta.



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

As Doenças Cardiovasculares na Terceira Idade


A doença cardiovascular é dividida em doenças do coração ou cardíacas, e doenças da circulação ou vasculares.

Entre as doenças do coração destacam-se o infarto agudo do miocárdio, a insuficiência cardíaca, e a coronariopatia. A hipertensão arterial e as arritmias cardíacas são também importantes distúrbios do sistema cardiovascular.

A falência do sistema cardiocirculatório é denominada choque cardiogênico. Entre as doenças da circulação destacam-se a insuficiência arterial periférica, o aneurisma da aorta abdominal, a embolia pulmonar, a artrite, as varizes e a trombose mesentérica e a trombose venosa profunda.

Os principais sinais da doença do coração são a falta de ar, a sensação de cansaço, as palpitações, as dores no peito e o inchaço nos pés. A tosse também pode ser um sintoma de doença cardíaca. As doenças da circulação em geral se manifestam com dores e inchaço. O principal processo patológico que leva à doença cardiovascular é a arteriosclerose.

O estudo do coração é feito através de radiografias de tórax, eletrocardiografia, ergometria, ecocardiográfia, métodos nucleares (radioisótopos), tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética e angiografia (cinecoronariografia). O desenvolvimento de métodos não invasivos para o estudo do coração tem diminuído o número de cinecoronariografias. Atualmente a cinecoronariografia é feita para quantificar a doença cardíaca e determinar a indicação de tratamento cirúrgico.

A prevenção é a base do tratamento da doença cardíaca: atividade física regular, combate ao estresse e aos outros fatores de risco. Medicamentos que melhoram a força do músculo cardíaco (digitálico), que impedem as arritmias e os medicamentos trombolíticos (aspirina) formam junto com os diuréticos o arsenal terapêutico das doenças cardíacas.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Idosos e seus hábitos



Idosos estão dispostos a mudar hábitos e evitar fraturas, diz estudo.
Exercícios e uso de calçados adequados são algumas das medidas.
Riscos em pacientes acima dos 50 anos dobram após a primeira fratura.
Pessoas com mais de 65 anos estão dispostas a mudar seus hábitos alimentares, praticar atividades físicas, consumir suplementos e até mudar o tipo de calçado quando informadas de que isso pode evitar fraturas. A conclusão é de um estudo feito no Canadá.

Segundo a médica Joanna Sale, pesquisadora do hospital St. Michael, em Toronto, os idosos que não tinham muita informação sobre o problema acabavam adotando medidas negativas na tentativa de evitar quedas, como reduzir atividades domésticas ou de lazer.

Sale explica que, em média, quase metade das mulheres e um a cada cinco homens acima dos 50 anos sofre fraturas após quedas. E, após a primeira ocorrência, o risco de que o acidente se repita é dobrado. A saúde fica especialmente fragilizada entre aqueles que quebram o quadril, já que cerca de 50% destes morrem ou perdem permanentemente a mobilidade.

O estudo, publicado na revista Osteoporosis International, avaliou pacientes do Programa de Atendimento Exemplar à Osteoporose da Clínica de Fraturas do St. Michael.
Os idosos responderam a um questionário que mediu o quanto eles sabiam sobre os riscos de fraturas e quais atitudes tomavam para preveni-las. Além disso, foram submetidos a testes de densidade óssea.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Esclerose Lateral Amiotrófica ou E.L.A


O que é?
A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) faz parte, junto com a Atrofia Muscular Espinal Progressiva e a Paralisia Bulbar Progressiva, de um grupo de doenças do neurônio motor (Atrofias Musculares Neurogênicas) de etiologia desconhecida, sendo distúrbios caracterizados por fraqueza muscular e atrofia por denervação.
Cinco a dez por cento dos casos são familiares, com herança autossômica dominante.
Nessa síndrome (ELA) clínica complexa, crônica e progressiva, os pacientes geralmente têm mais de 40 anos e a incidência da doença é maior em homens.
Como se desenvolve e o que se sente?
Câimbras são comuns e podem anteceder a fraqueza muscular e atrofia que se inicia pelas mãos, outras vezes pelos pés.
A doença se caracteriza por degeneração dos feixes corticospinais (via piramidal) e dos cornos anteriores da medula, motivos pelos quais poderá aparecer fraqueza muscular sem dores, atrofias musculares, fasciculações (movimentos involuntários visíveis em repouso) e espasticidade (contração súbita e involuntária dos músculos).
Este quadro começa lentamente a progredir, comprometendo finalmente os membros superiores e inferiores juntamente com a musculatura do pescoço e da língua, em alguns casos. O paciente pode manifestar dificuldade para deglutir, engolir a saliva e os alimentos (disfagia), apresentar perda de peso, e dificuldade na articulação das palavras (disartria).
A fala pode ser flácida ou contraída, podendo haver uma alternância desses dois aspectos. A dificuldade de deglutir resulta em sialorréia (salivação), enquanto as dificuldades de respirar levam a queixas de cansaço.
A morte ocorre geralmente dentro de dois a cinco anos, sendo que 20% dos pacientes sobrevivem seis anos.
Diagnóstico
Ao realizar o diagnóstico, é necessário afastar possibilidades de compressões medulares, seja por tumores da medula espinal ou patologias raquidianas. Miopatias, atrofia por escoliose cervical, disco intervertebral roto, malformações congênitas da coluna cervical e esclerose múltipla devem ser excluídos como causa da atrofia muscular.
Exames como Tomografia Computadorizada (CT) e Ressonância Magnética Raquidemular (RNM) e Eletroneuromielografia são elementos de peso para corroborar os achados clínicos. É bom lembrar que os sistemas sensitivos, os movimentos oculares voluntários e as funções intestinais e urinárias costumam ser normais.
Tratamento
Não existe tratamento específico.
Cuidados gerais, físicos e psíquicos se impõem, notando-se que até o presente momento os medicamentos chamados específicos são de pobres resultados.
Fisioterapia deve ser planejada para ajudar o paciente a se exercitar, fazer alongamento e manter alguma flexibilidade. Um terapeuta ocupacional pode providenciar dispositivos adaptados às deficiências do paciente para que ele possa manter uma relativa independência funcional. Devem ser organizados, à medida que aumentam as dificuldades de fala do paciente, esquemas ou artifícios que o ajudem a se comunicar com os familiares, amigos, enfermagem e auxiliares.
Um pneumologista é de grande auxílio para determinar quando técnicas de ventilação não invasivas serão necessárias devido aos sintomas pulmonares e em dar assistência e cuidados em longo prazo aos pacientes que escolherem tornarem-se dependentes de ventilação controlada.
Esta enfermidade não compromete as funções cerebrais, o que torna a evolução mais dolorosa para o paciente e os acompanhantes.
Prognóstico
Hoje com cuidados especiais, com traqueotomia e ventilação controlada há casos com mais de 25 anos de evolução.


FONTE http://www.abcdasaude.com.br/neurologia/esclerose-lateral-amiotrofica

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Alimentação na Terceira Idade



Ela chega lá pelos 65 anos de idade. A maioria chama de "terceira idade", mas o nome mais bonito que já deram para essa fase é "melhor idade"! E também, e não era pra menos: o Brasil hoje é um dos países com maior quantidade de idosos. Com certeza é um bom sinal de que nossa saúde está indo cada vez melhor. Outra coisa boa da "melhor idade" é que a maioria dos idosos consegue ter um tempo maior para fazer o que gosta, sem tantas obrigações como antes, e também dá pra cuidar melhor da saúde, que geralmente exige alguns cuidados especiais nessa fase.A terceira idade geralmente chega trazendo algumas mudanças para o corpo. Veja alguns exemplos:- menos apetite (paladar menos apurado, menos salivação e às vezes, menos mastigação por causa da queda de dentes). Por isso, é importante tomar cuidado para que não haja deficiência de nutrientes;- digestão lenta e acúmulo de gases (flatulência);- ritmo mais lento para as mesmas atividades do dia-a-dia, o que pode significar menor gasto de energia e maior acúmulo de gorduras no corpo;- maior risco de doenças crônicas como diabetes, obesidade, hipertensão, Mal de Parkinson, certos tipos de câncer etc.Mas é bom lembrar que essas mudanças vão depender bastante do estilo de vida que o idoso adotou até agora (e também da tendência genética que ele herdou dos pais). Se ele manteve hábitos saudáveis, com certeza vai ser mais fácil envelhecer com qualidade de vida.Veja só essas DICAS NATURAIS PARA AJUDAR A MANTER A SAÚDE E A VITALIDADE NA TERCEIRA IDADE:1 - CASTANHA DO PARÁ E CEREAIS INTEGRAIS (arroz integral, aveia, trigo etc) SÃO BEM-VINDOS. Eles contêm zinco, importante para aumentar a sensibilidade do paladar e estimular o apetite;
2 - EVITE ALIMENTOS REFINADOS (feitos com farinha branca como pão francês, bolachas refinadas, arroz branco, etc) para melhorar a digestão e prevenir a flatulência;
3 - QUANTO MAIS LONGE DO AÇÚCAR, MELHOR. Tanto ele quanto os produtos refinados aumentam o risco de diabetes;
4 - VARIAR É SAUDÁVEL. Abuse das frutas, verduras e legumes de cores e tipos diferentes. Junto com essa variedade, vêm um monte de nutrientes diferentes, importantes para evitar deficiências nutricionais, comuns entre idosos. Grãos integrais também ajudam bastante;
5 - PORÇÕES MENORES, MAIS VEZES POR DIA. Diminua a quantidade das refeições mas coma mais vezes ao dia. Isso ajuda a dar a sensação de fome e aumenta o apetite;
6 - COMIDINHA LEVE E NUTRITIVA NO JANTAR. Faça uma refeição mais leve à noite (com vegetais e grãos integrais, como uma sopa ou um risoto de quinua, por exemplo). Isso ajudará a facilitar a digestão;
7 - MENOS SAL MAIS ERVAS NATURAIS. Reduza o sal de cozinha e os produtos artificiais que contém sódio (como molhos e caldos artificiais, adoçantes à base de ciclamato de sódio ou de sacarina sódica etc). Para temperar, prefira as ervas naturais ou o gersal;
8 - UMA ATENÇÃO ESPECIAL À SAÚDE DOS OSSOS. Para isso, invista nas fontes naturais de cálcio (gergelim, brócolis, folhas verde-escuras, linhaça) e de magnésio (grãos de bico, banana, gergelim, castanha do pará). Não deixe de tomar sol, todos os dias também (pelo menos 15 minutos por dia, até 10h da manhã ou após 16h); ele ajuda o corpo a produzir vitamina D, que facilita o aproveitamento do cálcio dos alimentos;
9 - EVITE OS "LADRÕES DE CÁLCIO", como as bebidas alcoólicas e café, chá preto e refrigerantes;
10 - CUIDE DO CORAÇÃO. Pra isso, as gorduras "do bem" presentes na linhaça, no azeite extravirgem, nas castanhas e amêndoas são imbatíveis. Eles ajudam a prevenir a aterosclerose e outras doenças cardiovasculares. As fibras do farelo de aveia, também ajudam muito, principalmente na hora de manter os bons níveis de colesterol;
11 - A FAVOR DO INTESTINO, prefira as fibras dos cereais integrais, fibra de trigo,farelo de aveia, dos brotos de feijão e alfafa, do bagaço de laranja... Eles previnem a "prisão de ventre" e o câncer de intestino;
12 - MUITA MUITA ÁGUA! Ela ajuda a desintoxicar, hidrata, facilita o trabalho do intestino e dos rins, entre muitas outras vantagens;
13 - MASTIGUE COM CALMA, várias vezes. Isso facilita a digestão;
14 - MEXA-SE. Atividade física faz bem para o corpo e pra mente. Faça com orientação profissional;
15 - PROCURE MANTER O BOM-HUMOR E OS MOMENTOS DE ALEGRIA E LAZER. Isso dá um bem-estar enorme, e a saúde vem de brinde!




terça-feira, 26 de agosto de 2014

COLESTEROL: FIQUE DE OLHO




No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, marcado por várias ações ontem em todo país, o Brasil exibe um triste record. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a cada ano registram-se 320 mil mortes em decorrência de doenças  cardiovasculares e 77 milhões de pessoas com dislipidemia (alta taxa de colesterol).
Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada em abril de 2012, o número de brasileiros com sobrepeso e que sofrem de obesidade aumentou nos últimos seis anos. De 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.
Para Carlos Alberto Machado da SBC, é preciso sensibilizar a população para a realização de exames para dosagem de colesterol. Taxas de colesterol total acima de 200 mg/dl, ou LDL (colesterol ruim) acima de 100 mg/dl e HDL (colesterol bom) abaixo de 40 mg/dl, alertam para complicações a médio prazo.
O colesterol está presente em nossas células, participa na produção de vitamina D e também de hormônios. A maior parte (cerca de 70%) é produzida pelo fígado e o restante vem da ingestão de alimentos. Porém, quando em excesso no sangue pode desencadear  problemas cardiovasculares.  Existem dois tipos de colesterol. O HDL, colesterol bom, reduz o risco de acúmulo de gordura nas artérias. O LDL, colesterol ruim, deposita gordura nas artérias e dificulta o fluxo sanguíneo.
Para manter o colesterol sob controle, substitua alimentos com gorduras saturadas (manteiga, carne vermelha, creme de leite) por outros ricos em gorduras insaturadas (sementes, azeite de oliva); troque carnes vermelhas por carne branca e peixes, garanta consumo diário de alimentos ricos em fibra (frutas, verduras e legumes) e realize atividade física regular.

Fonte: Site r7.com.br

Exercícios na Terceira Idade




Quando parece que o corpo não aguenta mais os esforços de atividades cotidianas, nada melhor que revigorá-lo com atividades físicas regulares.


A prática do exercício físico na terceira idade pode retardar o aparecimento de complicações e trazer vários benefícios. Diminui o risco cardiovascular, aumenta a massa muscular e a óssea, melhora a coordenação, a flexibilidade, a força muscular, assim como a atenção, o equilíbrio e a conscientização corporal.
Não é somente o corpo que agradece. Também do ponto de vista psicológico a atividade física traz grandes benefícios. Associada à socialização, pode ajudar no equilíbrio do humor, diminuir a ansiedade e até atuar como coadjuvante em alguns casos de depressão leve.

Devagar se vai longe
Antes de tudo, porém, é preciso consultar um médico especialista na área (médico do esporte, cardiologista, geriatra ou fisiatra). Esses especialistas avaliam as condições físicas da pessoa e prescrevem os exercícios mais adequados. São analisados também os diferentes componentes da aptidão física: condicionamento cardiorrespiratório, resistência e força muscular, flexibilidade e composição corporal, que inclui as proporções de massa magra (músculos) e massa gorda (gorduras) do corpo. Isso assegura a realização dos exercícios em uma faixa de segurança e, desse modo, a manutenção da mobilidade, da agilidade e da força muscular, prolongando a independência do idoso.

O aquecimento é uma fase importante, pois diminui os riscos de lesões e aumenta o fluxo sanguíneo para a musculatura esquelética.

Os exercícios aeróbicos de baixa ou moderada intensidade e impacto, como caminhada e hidroginástica, em geral são os mais indicados para quem quer fazer apenas um condicionamento. O ideal é intercalares exercícios aeróbicos, que melhoram o condicionamento cardiovascular, com exercícios resistidos com carga de moderada intensidade para ganhar força e resistência. Estes devem respeitar intervalos entre 24 e 48 horas.
O recomendado é realizar 30 minutos de atividade física na maioria dos dias da semana, em intensidade moderada e de forma contínua ou acumulada. Ou então praticá-los no mínimo três vezes por semana por 1 hora. Caso a pessoa seja sedentária, deve começar fazendo exercícios duas vezes por semana, alternando com caminhada. O objetivo é ir aumentando ambos progressivamente.
Aprender a alongar-se adequadamente é outro fator essencial para melhorar a qualidade de vida.

Limitações monitoradas
Caso o idoso necessite de fisioterapia, terá a pressão monitorada e será estabelecido um limite de frequência cardíaca, determinado após avaliação com testes específicos. Todos os objetivos são individuais e devem ser informados ao paciente, para que conheça o próprio corpo e aprenda a respeitá-lo. Afinal, como afirma a fisioterapeuta Telma, “praticar qualquer atividade física com segurança é ser capaz de reconhecer os limites e quando algo está errado”.
O mais comum é repetir de oito a dez vezes as séries de exercícios, com 1 ou 2 minutos de descanso entre uma e outra, para que o músculo recupere a atividade metabólica e a frequência cardíaca volte a patamares seguros. E cabe ao especialista que acompanha o idoso informar ao médico qualquer alteração em seu quadro.