segunda-feira, 16 de março de 2015

A importância dos exames na terceira idade


Para ficar com a saúde em dia, a palavra-chave é prevenção. Os cuidados devem ser constantes em qualquer fase da vida, mas é fato que a terceira idade exige mais atenção. “Hoje, a expectativa de vida é alta. Se não prevenir doenças aos 60 anos, a pessoa passará mais 20 anos doente”, explica Rossana Maria Russo Funari, geriatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo. O colesterol alto – um mal comum entre os idosos e associados a um maior risco cardíaco – é um bom exemplo. Se descoberto cedo, os próximos anos podem ser vivenciados de maneira tranquila, controlando a taxa de gordura no sangue e a alimentação.
E quando é hora de passar do clínico geral para o geriatra? Segundo os especialistas, para a mulher, o ideal seria consultá-lo logo que a menopausa aparecer, por volta dos 55 anos; já para os homens, a indicação é a partir dos 60. A ida ao consultório deve ser anual ou, se houver algum problema, realizada três vezes por ano.
“O geriatra deve orientar na prevenção de quedas, cobrar a visita ao ginecologista e outras especialidades, observar se a carteira de vacinação está em dia e ficar atento à alimentação do idoso”, afirma Funari.
Para um check-up completo nessa fase da vida, a presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Ferreira, indica a relação de exames que devem ser realizados.


Fonte: http://saude.ig.com.br/minhasaude/dicasdesaude/exames+para+a+terceira+idade/n1238121624731.html

terça-feira, 10 de março de 2015

Pensamentos da Terceira Idade



Se meu andar é hesitante e minhas mãos trêmulas, ampare-me.
Se minha audição não é boa e tenho de me esforçar para ouvir o que você está dizendo, tenha compaixão.
Se minha visão é imperfeita e o meu entendimento é escasso, ajude-me com paciência.
Se minhas mãos tremem e derrubo comida na mesa ou no chão, por favor, não se irrite, tentei fazer o melhor que pude.
Se você me encontra na rua, não faça de conta que não me viu, pare para conversar comigo, sinto-me muito só.
Se você, na sua sensibilidade, me ver triste ou só, simplesmente partilhe um sorriso e seja solidário.
Se lhe contei pela terceira vez a mesma “história” num só dia, não me repreenda, simplesmente ouça-me.
Se me comporto como criança, cerque-me de carinho.
Se estou com medo da morte e tento negá-la, ajude-me a preparar-me para o adeus.
Se estou doente e sendo um peso, não me abandone, EU LHE PEÇO!



segunda-feira, 2 de março de 2015

A MELHOR IDADE



Melhor idade por quê? Porque estamos ficando velhos?

A Terceira Idade é uma fase da vida pela qual a maioria dos indivíduos de uma sociedade bem equilibrada e igualitária tende a passar. Quando esses fatores não se apresentam, muito dificilmente teremos o envelhecimento sadio dos sujeitos dessa sociedade. Embora seja ainda a época da vida em que esses indivíduos sejam apresentados a doenças e males que nunca antes tinham aparecido enquanto eram jovens, a terceira idade vem com a promessa de uma nova visão de mundo, uma postura renovada, que passa a condizer com a condição de idoso.

Às vezes chamá-los de idosos pode entristecê-los, ou desanimá-los de uma forma indescritível. E é aí que se apresenta uma saída para essa nomenclatura: a melhor idade. Ela existe? A melhor idade é de fato o melhor período da vida do homem em geral? Ou apresenta-se como um termo mais agradável para tratar daqueles que muito viveram e ainda estão entre nós para contar a vivência de seus muitos anos de vida?

Eufemismo ou não, o que se sabe e pode-se afirmar é que a terceira idade garante ao indivíduo a abertura de um amanhecer diferente de todos aqueles pelos quais ele já passou em outras fases da sua vida. E por isso é, ainda que não seja tão palpável assim, a melhor idade para (re)descobrir o mundo ao redor daqueles que a compõem; além, é claro, de fazer desse um universo cheio de possibilidades, embora as condições físicas – ou mentais – estejam de certa forma comprometidas.

A melhor idade vem para aqueles que saibam aproveitar sua chegada, independente do tempo em que se dê por completa. O que é realmente considerável é o momento no qual o indivíduo está, sob qual espírito ele receberá sua nova fase; como ele irá aproveitá-la, se de forma intensa ou mais pacata. E a partir desses conceitos é que se considera concreta a verdade em torno da melhor idade da sua vida.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Orientação de Atividade Física



A recomendação de atividade física para a saúde durante o processo de envelhecimento ou para o idoso segue as mesmas linhas de recomendação para a população geral. A recomendação de atividade física e Saúde Pública no idoso enfatizam quatro aspectos chave para a promoção de um envelhecimento saudável:
1. Atividades aeróbicas: para a promoção e manutenção da saúde o idoso deve realizar atividades aeróbicas de intensidade moderada pelo menos 30 minutos diários em cinco dias da semana que tem sido a recomendação usada desde 1996 pelo Programa "Agita São Paulo".  
2. Fortalecimento muscular: exercícios com peso realizados em uma série de 10-15 repetições, de 8 a 10 exercícios que trabalhem os grandes grupos musculares, de dois a três dias não consecutivos.
3. Flexibilidade: atividades de pelo menos 10 minutos com o maior número de grupos de músculos e tendões, por 10 a 30 segundos; em 3 a 4 repetições de cada movimento estático, todos os dias de atividades aeróbicas e de fortalecimento.
4. Equilíbrio: exercícios de equilíbrio três vezes por semana.

Conclusão
A atividade física regular tem um papel fundamental na prevenção e controle das doenças crônicas não transmissíveis, melhor mobilidade, capacidade funcional e qualidade de vida durante o envelhecimento. É importante enfatizar, que tão importante quanto estimular a prática regular da atividade física aeróbica, de fortalecimento muscular, do equilíbrio, as mudanças para a adoção de um estilo de vida ativo são parte fundamental de um envelhecer com saúde e qualidade.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Vamos Dançar!!!


 Dançar afasta depressão de idosos e exercita a mente!

Embora sejam fundamentais na vida de qualquer ser humano, principalmente daqueles que estão na terceira idade, muitos não gostam de praticar exercícios físicos com frequência.
Mas se você não quer levar uma vida sedentária e não sabe qual atividade escolher, a dança pode ser uma boa opção. Sabemos que durante muitos anos ela foi considerada apenas um instrumento de lazer. Porém, uma pesquisa realizada na Itália mostrou que a prática possui inúmeros benefícios para a saúde do coração, além de aumentar a capacidade respiratória e, claro, melhorar a qualidade de vida do praticante.
O controle dos ponteiros da balança é mais um proveito tirado por quem costuma “mexer o esqueleto”. Afinal, na terceira idade é muito comum ocorrer o aumento do peso, já que a diminuição dos níveis de estrógeno, testosterona e de hormônio do crescimento no organismo colaboram para a perda de massa muscular agravando numa queima menor de calorias.
Todavia, essas não são as únicas vantagens encontradas por quem costuma movimentar-se ao ritmo de alguma canção. Dançar na terceira idade contribui para um melhor condicionamento físico e mental. Além disso, ajuda a elevar a autoestima e afastar os sintomas da depressão. A razão para isso é que através da atividade o cérebro libera serotonina, uma substância que traz a sensação de alívio, melhorando o humor e o sono.
A dança e o cérebro do idoso
Dançar em salões coopera para uma mudança significativa de comportamento do praticante que passa a ser menos tímido e aprende a ter mais confiança. Mais uma vantagem é que ela ajuda manter o cérebro em plena atividade, melhorando, desta forma, a coordenação motora e a concentração, pois eleva a circulação cerebral em áreas adormecidas.
Isto porque esses estímulos aumentam as conexões neuronais, proporcionando ao idoso maiores habilidades no aprendizado, raciocínio e na memória. Mediante a isso, reduz o estresse e a ansiedade.
O que você está esperando para aproveitar todos esses benefícios e se arriscar nos primeiros passos? Vale a pena praticar essa atividade  porque não tem contraindicação!


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Tratamentos para Artrite

Conheça todas as formas de tratamento para artrite.
A artrite é uma doença autoimune que provoca sintomas desagradáveis e que não tem cura, mas cujo tratamento pode ajudar a combater o desconforto que a doença provoca. O tratamento para artrite reumatoide pode ser:
Natural;
Medicamentoso;
Fisioterapêutico;
Homeopático;
Alternativo ou
Cirúrgico.
Além disso, é necessário educar o indivíduo e sua família para buscar ajuda psicológica quando ela for necessária.
Nenhum destes tratamentos irá conseguir eliminar a doença, mas quando utilizados corretamente, podem ajudar a melhorar a qualidade de vida do indivíduo por diminuírem os sintomas característicos da artrite e evitarem a progressão da doença.
Tratamento natural para artrite
O tratamento natural para artrite reumatoide pode ser feito com o uso de plantas medicinais que possuem propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e diuréticas, em forma de chá, suco ou cataplasma.
Alguns bons exemplos de remédios naturais para artrite são:
Chá de cavalinha, erva-doce e bardana;
Tomar o suco de berinjela com limão ao acordar;
Tomar o suco de abacaxi diariamente.
Tratamento medicamentoso para artrite
O tratamento medicamentoso para artrite reumatoide é feito com a ingestão de anti-inflamatórios, corticoides, imunossupressores e medicamentos que mudem o curso da doença, a fim de impedir a sua progressão.
Os anti-inflamatórios podem ser tomados por até 14 dias e são recomendados para a fase inicial da doença. As pomadas devem ser utilizadas sempre que forem necessárias e as injeções de corticoides são indicadas nos casos mais graves onde espera-se um resultado imediato, mas não devem ultrapassar as 4 aplicações por ano.
As drogas modificadoras do curso da doença são fundamentais para o tratamento da artrite. Alguns exemplos são:
Metotrexato (MTX);
Sulfassalazina (SSZ);
Leflunomida (LEF);
Antimaláricos: difosfato de cloroquina (DCQ9) e sulfato de hidroxicloroquina (HCQ);
Sais de ouro.
Os medicamentos imunossupressores diminuem a inflamação da articulação e outras manifestações extra articulares que a doença provoca e também podem ser utilizadas isoladamente ou em conjunto.
Tratamento fisioterapêutico da artrite
O tratamento fisioterapêutico para artrite reumatoide é uma ótima forma de diminuir a dor, a inflamação e melhorar a qualidade dos movimentos na articulação afetada. A fisioterapia também é importante para manter os músculos devidamente fortalecidos e alongados, assim como evitar ou diminuir as deformidades articulares.
A fisioterapia deve incluir exercícios e alongamentos ativos e passivos, o uso deaparelhos de eletroterapia, ;mecanoterapia e o uso de recursos térmicos, como as bolsas de água quente. Além disso, a prática de exercícios físicos aeróbicos, como caminhada, bicicleta, natação e hidroginástica também podem ser indicada.
Tratamento cirúrgico da artrite
Quando a artrite reumatoide gera deformidades que diminuem a qualidade de vida do indivíduo, o médico poderá avaliar a necessidade de realizar uma cirurgia para trocar a articulação afetada por uma prótese. Mas isto vai depender do estado de saúde geral do indivíduo e de suas atividades diárias.
Tratamento alternativo para artrite
O tratamento alternativo para artrite reumatoide pode ser feito com dieta, meditação, acupuntura, auriculoterapia, massagem, quiropraxia, biofeedback, entre outras, mas não exclui a necessidade do tratamento clínico e fisioterápico, embora possam melhorar a qualidade de vida do indivíduo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Cuidados gerais a ter com idosos



Embora muitos idosos façam questão de manter a sua independência, as pessoas com idade superior a 80 anos precisam de alguns cuidados gerais. Saiba o que pode fazer para tornar os dias dos idosos ainda mais agradáveis, física e emocionalmente.
Como fazer? Quando os idosos chegam a uma certa idade, é natural que os filhos pensem logo num local onde terão cuidados 24 horas por dia, caso de um lar para seniores. No entanto, isso nem sempre é a melhor opção para o idoso. Cuidar de um idoso também é falar abertamente com ele para saber quais são as suas vontades e necessidades. Explore todas as opções, desde ficar a viver sozinho, levar o idoso para a sua casa ou para a de outros familiares, antes de considerar a opção de um lar.
Viver com a família. Se a escolha recair sobre levá-lo para a sua casa ou então passar temporadas em várias casas de família próxima (alternar entre as casas dos filhos, por exemplo), é importante que fale com o idoso acerca deste plano. Enquanto alguns poderão adorar a ideia de poder estar com todos em diferentes alturas, outros poderão sentir que estão a ser “despachados” de um lado para o outro e poderão não sentir-se confortável com as mudanças constantes.
Viver num lar. Se a opção lar for bem aceite pelo idoso, é importante que faça uma boa pesquisa dos lares de terceira idade disponíveis. Estes podem variar muito, não só em termos de preço, mas também no que respeita às condições oferecidas e o ambiente em geral. É importante escolher um lar que combine na perfeição com a personalidade do idoso, por isso, visite vários e peça referências a amigos e conhecidos. Uma vez instalado no lar, é importante que visite frequentemente o idoso, planeando também saídas ou fins-de-semana passada em família.
Casa segura. Para idosos que preferem continuar a viver nos seus lares, os cuidados mais importantes passam pela segurança em casa. Certifique-se que a casa está bem iluminada e que existem luzes de presença para a noite; tenha em conta a disposição dos móveis para assegurar uma fácil mobilidade dos idosos; evite a existência de tapetes escorregadios; adapte o WC/banheiro com barras de apoio se achar necessário; coloque os números de telefone da família, vizinhos e amigos junto ao telefone, escritos em números bem visíveis; veja se na cozinha têm tudo o que precisam à mão, para evitar que o idoso suba para cadeiras ou bancos; faça o mesmo com os restantes armários, colocando o que mais utilizam em prateleiras mais baixas.
Ajuda externa. Por mais independente que seja um idoso, os cuidados gerais que necessitam podem passar por alguma ou até muita ajuda externa. Um idoso pode precisar de ajuda para fazer a sua higiene pessoal, para ir às compras e/ou confeccionar as suas refeições, para efetuar a limpeza da casa, para ir ao médico, ver o correio e pagar as contas, entre muitas outras tarefas do dia-a-dia. É importante delinear um plano para decidir quem vai fazer o quê e quando, comunicando tudo isto ao idoso para que ele saiba aquilo com que pode contar. Se tiver que faltar a um compromisso prévio com o idoso, avise-o previamente e encontre uma alternativa. Se necessário, contrate ajuda externa.
Saúde de ferro. Vigiar e cuidar da saúde de um idoso é fundamental. Quer tenham ou não alguma doença ou problema de saúde, os idosos devem ser vigiados de perto: assegure-se que fazem uma dieta alimentar equilibrada, que efetuam algum tipo de exercício físico, que bebem muita água e que não descuram a toma dos seus medicamentos diários (neste caso pode adquirir uma caixa divisória que facilita não só a organização dos medicamentos a tomar ao pequeno-almoço, almoço e jantar, mas também o seu controlo). Sempre que possível, deve acompanhar o idoso ao médico, bem como ter cópias do seu historial, exames e medicamentos. Se o estado de saúde do doente for mais grave e o idoso tiver de estar acamado, informe-se acerca dos cuidados especiais a ter com uma pessoa acamada.
Vida social. Só porque alguém tem mais de 80 anos de idade não significa que tem de passar os seus dias enfiados em casa em frente à televisão. É essencial motivar o idoso para sair de casa e ter algum tipo de vida social – nem que seja ir tomar um chá com as amigas todas as semanas, dar uma pequena caminhada ou até inscrever-se num centro de convívio para idosos. Sempre que puder, a família também deve estar presente para fazer companhia ao idoso. A companhia física, o carinho e uma boa conversa é o melhor presente que pode dar a um idoso que, com a sua experiência de vida, tem sempre histórias para contar. Para, além disso, é importante manter o idoso a par das notícias do seu círculo pessoal e até do mundo, para que não sintam que estão a ser esquecidos, simplesmente porque já são “velhos” e “não vão entender”.
http://cuidamos.com/artigos/cuidados-gerais-ter-com-idosos