segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Aumento da população de idosos e mercado de serviços na capital




Em 2050 eles serão 64 milhões de brasileiros e representarão 30% da população do País. O Brasil do futuro vai ficar velho e nas próximas décadas terá que acolher os adultos e jovens de hoje. Os idosos são 19 milhões e respondem por 9,84% da população atualmente, mas já existem negócios focados neles, como agências de turismo e academias de ginástica. Em alguns casos, este público já representa 70% do faturamento.

Com o crescimento do grupo, vão aumentar as incertezas quanto à capacidade do País em amparar esta parcela da sociedade. Por outro lado, as oportunidades a ser atendidas irão muito além da oferta de serviços na área de saúde ou da oferta de remédios para cuidados básicos.

De acordo com o IBGE, a população brasileira deve chegar ao máximo em 2039, com 219 milhões de habitantes e diminuir a partir de então, até chegar a 2050, com 215 milhões de pessoas. “O aumento da participação do idoso na sociedade é um resultado da queda nas taxas de fecundidade e no aumento da expectativa de vida no País”, explica o coordenador Técnico do Censo Demográfico na Bahia, Joilson Rodrigues de Souza. De 1950 até 2008, a expectativa de vida do brasileiro aumentou dos 43,3 para os 73 anos.

O artigo Mercado da Terceira Idade, publicado em 2006 pelo mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais, José Ribeiro, especialista do Escritório da Organização Internacional do Trabalho no Brasil (OIT), destaca o potencial econômico dos idosos. Com base no Censo demográfico de 2000, ele ressalta áreas em Salvador com potencial de negócios para quem tem mais de 60.

O grupo ocupava 6,8% em média da população, mas a participação podia chegar aos 20% entre os moradores da Barra, Barra Avenida, Campo Grande, Canela e Vitória. Em relação à renda, cuja média era equivalente a 5,6 salários mínimos, havia uma variação entre 1,3 salários mínimos no Bairro da Paz e 21,6 salários no Itaigara, Caminho das Árvores e Iguatemi.

Na última Feira do Empreendedor, o Sebrae apresentou a agência de cuidadores como uma oportunidade para quem deseja investir em novos negócios. “Os idosos são um mercado que se destaca no Brasil”, afirma a coordenadora de atendimento empresarial, Isabel Ribeiro. Infraestrutura, acessibilidade, acompanhamento, lazer, entretenimento e estética são boas áreas, aponta.



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

As Doenças Cardiovasculares na Terceira Idade


A doença cardiovascular é dividida em doenças do coração ou cardíacas, e doenças da circulação ou vasculares.

Entre as doenças do coração destacam-se o infarto agudo do miocárdio, a insuficiência cardíaca, e a coronariopatia. A hipertensão arterial e as arritmias cardíacas são também importantes distúrbios do sistema cardiovascular.

A falência do sistema cardiocirculatório é denominada choque cardiogênico. Entre as doenças da circulação destacam-se a insuficiência arterial periférica, o aneurisma da aorta abdominal, a embolia pulmonar, a artrite, as varizes e a trombose mesentérica e a trombose venosa profunda.

Os principais sinais da doença do coração são a falta de ar, a sensação de cansaço, as palpitações, as dores no peito e o inchaço nos pés. A tosse também pode ser um sintoma de doença cardíaca. As doenças da circulação em geral se manifestam com dores e inchaço. O principal processo patológico que leva à doença cardiovascular é a arteriosclerose.

O estudo do coração é feito através de radiografias de tórax, eletrocardiografia, ergometria, ecocardiográfia, métodos nucleares (radioisótopos), tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética e angiografia (cinecoronariografia). O desenvolvimento de métodos não invasivos para o estudo do coração tem diminuído o número de cinecoronariografias. Atualmente a cinecoronariografia é feita para quantificar a doença cardíaca e determinar a indicação de tratamento cirúrgico.

A prevenção é a base do tratamento da doença cardíaca: atividade física regular, combate ao estresse e aos outros fatores de risco. Medicamentos que melhoram a força do músculo cardíaco (digitálico), que impedem as arritmias e os medicamentos trombolíticos (aspirina) formam junto com os diuréticos o arsenal terapêutico das doenças cardíacas.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Idosos e seus hábitos



Idosos estão dispostos a mudar hábitos e evitar fraturas, diz estudo.
Exercícios e uso de calçados adequados são algumas das medidas.
Riscos em pacientes acima dos 50 anos dobram após a primeira fratura.
Pessoas com mais de 65 anos estão dispostas a mudar seus hábitos alimentares, praticar atividades físicas, consumir suplementos e até mudar o tipo de calçado quando informadas de que isso pode evitar fraturas. A conclusão é de um estudo feito no Canadá.

Segundo a médica Joanna Sale, pesquisadora do hospital St. Michael, em Toronto, os idosos que não tinham muita informação sobre o problema acabavam adotando medidas negativas na tentativa de evitar quedas, como reduzir atividades domésticas ou de lazer.

Sale explica que, em média, quase metade das mulheres e um a cada cinco homens acima dos 50 anos sofre fraturas após quedas. E, após a primeira ocorrência, o risco de que o acidente se repita é dobrado. A saúde fica especialmente fragilizada entre aqueles que quebram o quadril, já que cerca de 50% destes morrem ou perdem permanentemente a mobilidade.

O estudo, publicado na revista Osteoporosis International, avaliou pacientes do Programa de Atendimento Exemplar à Osteoporose da Clínica de Fraturas do St. Michael.
Os idosos responderam a um questionário que mediu o quanto eles sabiam sobre os riscos de fraturas e quais atitudes tomavam para preveni-las. Além disso, foram submetidos a testes de densidade óssea.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Esclerose Lateral Amiotrófica ou E.L.A


O que é?
A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) faz parte, junto com a Atrofia Muscular Espinal Progressiva e a Paralisia Bulbar Progressiva, de um grupo de doenças do neurônio motor (Atrofias Musculares Neurogênicas) de etiologia desconhecida, sendo distúrbios caracterizados por fraqueza muscular e atrofia por denervação.
Cinco a dez por cento dos casos são familiares, com herança autossômica dominante.
Nessa síndrome (ELA) clínica complexa, crônica e progressiva, os pacientes geralmente têm mais de 40 anos e a incidência da doença é maior em homens.
Como se desenvolve e o que se sente?
Câimbras são comuns e podem anteceder a fraqueza muscular e atrofia que se inicia pelas mãos, outras vezes pelos pés.
A doença se caracteriza por degeneração dos feixes corticospinais (via piramidal) e dos cornos anteriores da medula, motivos pelos quais poderá aparecer fraqueza muscular sem dores, atrofias musculares, fasciculações (movimentos involuntários visíveis em repouso) e espasticidade (contração súbita e involuntária dos músculos).
Este quadro começa lentamente a progredir, comprometendo finalmente os membros superiores e inferiores juntamente com a musculatura do pescoço e da língua, em alguns casos. O paciente pode manifestar dificuldade para deglutir, engolir a saliva e os alimentos (disfagia), apresentar perda de peso, e dificuldade na articulação das palavras (disartria).
A fala pode ser flácida ou contraída, podendo haver uma alternância desses dois aspectos. A dificuldade de deglutir resulta em sialorréia (salivação), enquanto as dificuldades de respirar levam a queixas de cansaço.
A morte ocorre geralmente dentro de dois a cinco anos, sendo que 20% dos pacientes sobrevivem seis anos.
Diagnóstico
Ao realizar o diagnóstico, é necessário afastar possibilidades de compressões medulares, seja por tumores da medula espinal ou patologias raquidianas. Miopatias, atrofia por escoliose cervical, disco intervertebral roto, malformações congênitas da coluna cervical e esclerose múltipla devem ser excluídos como causa da atrofia muscular.
Exames como Tomografia Computadorizada (CT) e Ressonância Magnética Raquidemular (RNM) e Eletroneuromielografia são elementos de peso para corroborar os achados clínicos. É bom lembrar que os sistemas sensitivos, os movimentos oculares voluntários e as funções intestinais e urinárias costumam ser normais.
Tratamento
Não existe tratamento específico.
Cuidados gerais, físicos e psíquicos se impõem, notando-se que até o presente momento os medicamentos chamados específicos são de pobres resultados.
Fisioterapia deve ser planejada para ajudar o paciente a se exercitar, fazer alongamento e manter alguma flexibilidade. Um terapeuta ocupacional pode providenciar dispositivos adaptados às deficiências do paciente para que ele possa manter uma relativa independência funcional. Devem ser organizados, à medida que aumentam as dificuldades de fala do paciente, esquemas ou artifícios que o ajudem a se comunicar com os familiares, amigos, enfermagem e auxiliares.
Um pneumologista é de grande auxílio para determinar quando técnicas de ventilação não invasivas serão necessárias devido aos sintomas pulmonares e em dar assistência e cuidados em longo prazo aos pacientes que escolherem tornarem-se dependentes de ventilação controlada.
Esta enfermidade não compromete as funções cerebrais, o que torna a evolução mais dolorosa para o paciente e os acompanhantes.
Prognóstico
Hoje com cuidados especiais, com traqueotomia e ventilação controlada há casos com mais de 25 anos de evolução.


FONTE http://www.abcdasaude.com.br/neurologia/esclerose-lateral-amiotrofica

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Alimentação na Terceira Idade



Ela chega lá pelos 65 anos de idade. A maioria chama de "terceira idade", mas o nome mais bonito que já deram para essa fase é "melhor idade"! E também, e não era pra menos: o Brasil hoje é um dos países com maior quantidade de idosos. Com certeza é um bom sinal de que nossa saúde está indo cada vez melhor. Outra coisa boa da "melhor idade" é que a maioria dos idosos consegue ter um tempo maior para fazer o que gosta, sem tantas obrigações como antes, e também dá pra cuidar melhor da saúde, que geralmente exige alguns cuidados especiais nessa fase.A terceira idade geralmente chega trazendo algumas mudanças para o corpo. Veja alguns exemplos:- menos apetite (paladar menos apurado, menos salivação e às vezes, menos mastigação por causa da queda de dentes). Por isso, é importante tomar cuidado para que não haja deficiência de nutrientes;- digestão lenta e acúmulo de gases (flatulência);- ritmo mais lento para as mesmas atividades do dia-a-dia, o que pode significar menor gasto de energia e maior acúmulo de gorduras no corpo;- maior risco de doenças crônicas como diabetes, obesidade, hipertensão, Mal de Parkinson, certos tipos de câncer etc.Mas é bom lembrar que essas mudanças vão depender bastante do estilo de vida que o idoso adotou até agora (e também da tendência genética que ele herdou dos pais). Se ele manteve hábitos saudáveis, com certeza vai ser mais fácil envelhecer com qualidade de vida.Veja só essas DICAS NATURAIS PARA AJUDAR A MANTER A SAÚDE E A VITALIDADE NA TERCEIRA IDADE:1 - CASTANHA DO PARÁ E CEREAIS INTEGRAIS (arroz integral, aveia, trigo etc) SÃO BEM-VINDOS. Eles contêm zinco, importante para aumentar a sensibilidade do paladar e estimular o apetite;
2 - EVITE ALIMENTOS REFINADOS (feitos com farinha branca como pão francês, bolachas refinadas, arroz branco, etc) para melhorar a digestão e prevenir a flatulência;
3 - QUANTO MAIS LONGE DO AÇÚCAR, MELHOR. Tanto ele quanto os produtos refinados aumentam o risco de diabetes;
4 - VARIAR É SAUDÁVEL. Abuse das frutas, verduras e legumes de cores e tipos diferentes. Junto com essa variedade, vêm um monte de nutrientes diferentes, importantes para evitar deficiências nutricionais, comuns entre idosos. Grãos integrais também ajudam bastante;
5 - PORÇÕES MENORES, MAIS VEZES POR DIA. Diminua a quantidade das refeições mas coma mais vezes ao dia. Isso ajuda a dar a sensação de fome e aumenta o apetite;
6 - COMIDINHA LEVE E NUTRITIVA NO JANTAR. Faça uma refeição mais leve à noite (com vegetais e grãos integrais, como uma sopa ou um risoto de quinua, por exemplo). Isso ajudará a facilitar a digestão;
7 - MENOS SAL MAIS ERVAS NATURAIS. Reduza o sal de cozinha e os produtos artificiais que contém sódio (como molhos e caldos artificiais, adoçantes à base de ciclamato de sódio ou de sacarina sódica etc). Para temperar, prefira as ervas naturais ou o gersal;
8 - UMA ATENÇÃO ESPECIAL À SAÚDE DOS OSSOS. Para isso, invista nas fontes naturais de cálcio (gergelim, brócolis, folhas verde-escuras, linhaça) e de magnésio (grãos de bico, banana, gergelim, castanha do pará). Não deixe de tomar sol, todos os dias também (pelo menos 15 minutos por dia, até 10h da manhã ou após 16h); ele ajuda o corpo a produzir vitamina D, que facilita o aproveitamento do cálcio dos alimentos;
9 - EVITE OS "LADRÕES DE CÁLCIO", como as bebidas alcoólicas e café, chá preto e refrigerantes;
10 - CUIDE DO CORAÇÃO. Pra isso, as gorduras "do bem" presentes na linhaça, no azeite extravirgem, nas castanhas e amêndoas são imbatíveis. Eles ajudam a prevenir a aterosclerose e outras doenças cardiovasculares. As fibras do farelo de aveia, também ajudam muito, principalmente na hora de manter os bons níveis de colesterol;
11 - A FAVOR DO INTESTINO, prefira as fibras dos cereais integrais, fibra de trigo,farelo de aveia, dos brotos de feijão e alfafa, do bagaço de laranja... Eles previnem a "prisão de ventre" e o câncer de intestino;
12 - MUITA MUITA ÁGUA! Ela ajuda a desintoxicar, hidrata, facilita o trabalho do intestino e dos rins, entre muitas outras vantagens;
13 - MASTIGUE COM CALMA, várias vezes. Isso facilita a digestão;
14 - MEXA-SE. Atividade física faz bem para o corpo e pra mente. Faça com orientação profissional;
15 - PROCURE MANTER O BOM-HUMOR E OS MOMENTOS DE ALEGRIA E LAZER. Isso dá um bem-estar enorme, e a saúde vem de brinde!




terça-feira, 26 de agosto de 2014

COLESTEROL: FIQUE DE OLHO




No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, marcado por várias ações ontem em todo país, o Brasil exibe um triste record. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a cada ano registram-se 320 mil mortes em decorrência de doenças  cardiovasculares e 77 milhões de pessoas com dislipidemia (alta taxa de colesterol).
Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada em abril de 2012, o número de brasileiros com sobrepeso e que sofrem de obesidade aumentou nos últimos seis anos. De 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.
Para Carlos Alberto Machado da SBC, é preciso sensibilizar a população para a realização de exames para dosagem de colesterol. Taxas de colesterol total acima de 200 mg/dl, ou LDL (colesterol ruim) acima de 100 mg/dl e HDL (colesterol bom) abaixo de 40 mg/dl, alertam para complicações a médio prazo.
O colesterol está presente em nossas células, participa na produção de vitamina D e também de hormônios. A maior parte (cerca de 70%) é produzida pelo fígado e o restante vem da ingestão de alimentos. Porém, quando em excesso no sangue pode desencadear  problemas cardiovasculares.  Existem dois tipos de colesterol. O HDL, colesterol bom, reduz o risco de acúmulo de gordura nas artérias. O LDL, colesterol ruim, deposita gordura nas artérias e dificulta o fluxo sanguíneo.
Para manter o colesterol sob controle, substitua alimentos com gorduras saturadas (manteiga, carne vermelha, creme de leite) por outros ricos em gorduras insaturadas (sementes, azeite de oliva); troque carnes vermelhas por carne branca e peixes, garanta consumo diário de alimentos ricos em fibra (frutas, verduras e legumes) e realize atividade física regular.

Fonte: Site r7.com.br

Exercícios na Terceira Idade




Quando parece que o corpo não aguenta mais os esforços de atividades cotidianas, nada melhor que revigorá-lo com atividades físicas regulares.


A prática do exercício físico na terceira idade pode retardar o aparecimento de complicações e trazer vários benefícios. Diminui o risco cardiovascular, aumenta a massa muscular e a óssea, melhora a coordenação, a flexibilidade, a força muscular, assim como a atenção, o equilíbrio e a conscientização corporal.
Não é somente o corpo que agradece. Também do ponto de vista psicológico a atividade física traz grandes benefícios. Associada à socialização, pode ajudar no equilíbrio do humor, diminuir a ansiedade e até atuar como coadjuvante em alguns casos de depressão leve.

Devagar se vai longe
Antes de tudo, porém, é preciso consultar um médico especialista na área (médico do esporte, cardiologista, geriatra ou fisiatra). Esses especialistas avaliam as condições físicas da pessoa e prescrevem os exercícios mais adequados. São analisados também os diferentes componentes da aptidão física: condicionamento cardiorrespiratório, resistência e força muscular, flexibilidade e composição corporal, que inclui as proporções de massa magra (músculos) e massa gorda (gorduras) do corpo. Isso assegura a realização dos exercícios em uma faixa de segurança e, desse modo, a manutenção da mobilidade, da agilidade e da força muscular, prolongando a independência do idoso.

O aquecimento é uma fase importante, pois diminui os riscos de lesões e aumenta o fluxo sanguíneo para a musculatura esquelética.

Os exercícios aeróbicos de baixa ou moderada intensidade e impacto, como caminhada e hidroginástica, em geral são os mais indicados para quem quer fazer apenas um condicionamento. O ideal é intercalares exercícios aeróbicos, que melhoram o condicionamento cardiovascular, com exercícios resistidos com carga de moderada intensidade para ganhar força e resistência. Estes devem respeitar intervalos entre 24 e 48 horas.
O recomendado é realizar 30 minutos de atividade física na maioria dos dias da semana, em intensidade moderada e de forma contínua ou acumulada. Ou então praticá-los no mínimo três vezes por semana por 1 hora. Caso a pessoa seja sedentária, deve começar fazendo exercícios duas vezes por semana, alternando com caminhada. O objetivo é ir aumentando ambos progressivamente.
Aprender a alongar-se adequadamente é outro fator essencial para melhorar a qualidade de vida.

Limitações monitoradas
Caso o idoso necessite de fisioterapia, terá a pressão monitorada e será estabelecido um limite de frequência cardíaca, determinado após avaliação com testes específicos. Todos os objetivos são individuais e devem ser informados ao paciente, para que conheça o próprio corpo e aprenda a respeitá-lo. Afinal, como afirma a fisioterapeuta Telma, “praticar qualquer atividade física com segurança é ser capaz de reconhecer os limites e quando algo está errado”.
O mais comum é repetir de oito a dez vezes as séries de exercícios, com 1 ou 2 minutos de descanso entre uma e outra, para que o músculo recupere a atividade metabólica e a frequência cardíaca volte a patamares seguros. E cabe ao especialista que acompanha o idoso informar ao médico qualquer alteração em seu quadro.