sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Alimentação na Terceira Idade
Não dá para evitar o envelhecimento, no entanto, é possível driblar alguns efeitos que a idade tem sobre a saúde, montando os pratos certos na juventude (como medida preventiva) e na própria terceira idade (como forma de manutenção). Ou seja, seguindo uma alimentação balanceada, dá para passar longe das doenças que acometem pessoas mais velhas, como a osteoporose, o diabetes e as doenças cardíacas.
Dentre os métodos preventivos, dá para citar um cardápio recheado de alimentos fontes de sais minerais. Eles são uma boa pedida para evitar o enfraquecimento ósseo. O mais famoso deles é o cálcio, mas fósforo e magnésio também desempenham papel importante na batalha contra a osteoporose.
Recorrer aos peixes, vegetais folhosos e escuros, tofu, leite e derivados são formas diferentes de obter cálcio. Já o fósforo, é encontrado nos ovos, carnes, grãos integrais e queijos. Enquanto o magnésio pode ser absorvido se legumes e verduras verdes, cereais integrais e oleaginosas (nozes, castanhas) estiverem presentes na rotina alimentar.
A recomendação de cálcio e fósforo é de 1.200 miligramas e 700 miligramas por dia, respectivamente. Enquanto a de magnésio é de 320 miligramas diários para mulheres e 420 miligramas para homens. Veja, a seguir, alguns exemplos da quantidade encontrada em determinados alimentos.
Mudanças no organismo, adaptação no cardápio
Falando do time que garante a manutenção da saúde já na terceira idade, a lista é um pouco maior. O primeiro passo é ter a consciência de que a composição do organismo muda com o passar dos anos. Bons exemplos de mudanças são a diminuição da massa muscular e o aumento do tecido adiposo.
Entre tantas modificações, a necessidade calórica também entra na jogada. Os especialistas afirmam que, a cada dez anos depois dos 50, a pessoa consome 10% a menos das calorias totais do menu diário. Isso significa que uma pessoa de 50 anos que consome 1.800 calorias por dia, vai precisar de apenas 1.440, quando chegar aos 70. Isso ocorre justamente por causa da perda de massa magra. Quanto menor a quantidade de músculos, menor a necessidade de energia.
Os idosos que não atendem à diminuição calórica que o organismo exige, podem sofrer com excesso de peso, principalmente, se forem sedentários. Os quilos a mais levam a conseqüências mais sérias, como o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes. Para evitar todos esses males, fique atento aos nutrientes que não podem faltar no prato.
Fibras
Elas garantem o bom funcionamento do intestino e por se unirem ao açúcar dos alimentos,fazendo com que ele demore mais tempo para cair na corrente sanguínea, são ótimas aliadas dos diabéticos. Para encontrá-las, basta incluir verduras, legumes, frutas e aveia nas refeições.
Potássio
Pesquisas mostram que o consumo de potássio está associado à diminuição da pressão arterial. Banana, abacate, água-de-coco, brócolis e cenoura são boas opções de fonte do mineral. A recomendação é de 4.700 miligramas por dia. Uma banana média, por exemplo, fornece 467 mg.
Vitamina B12
Encontrada nos ovos, fígado, leite e seus derivados, ela participa da formação das células vermelhas do sangue e, além disso, mantém os nervos saudáveis. As doses diárias ideais para idosos são de 2,4 microgramas por dia. Em um bife médio de carne vermelha dá para obter 2.1 mcg.
Vitamina D
Peixes são ótimas fontes da vitamina que auxilia na absorção do cálcio e fósforo, protegendo o corpo contra a osteoporose. Por isso, a vitamina D deve fazer parte do cardápio dos idosos, resultando em 15 microgramas diários. Uma xícara de leite fortificado com vitamina D oferece 2.5 mcg.
Vitamina E
Ela entra em ação na batalha contra as doenças do coração, já que combate os radicais livres (moléculas que se acumulam nas artérias, causando entupimento). Para encher o prato de vitamina E, é só contar com os óleos vegetais, gema de ovo, peixes e verduras. A quantidade suficiente para a vitamina E desempenhar suas funções é de 15 de 15 miligramas diários. Meia xícara de cenoura picada contém 385 mcg.
Zinco
O mineral encontrado nas carnes, germe de trigo, grãos integrais e ostras funciona como uma barreira do corpo diante das infecções, já que o zinco faz parte de diversas enzimas que atuam no sistema imunológico. A recomendação diária de consumo é de 11 miligramas para homens e 8 miligramas para mulheres.
Fonte: Site Minha Vida
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Abusos na Terceira Idade
Os abusos físicos constituem a maior parte das queixas das pessoas idosas e costumam acontecer no seio da família, na rua, nas instituições de prestação de serviços, dentre outros espaços. Às vezes, o abuso físico resulta em lesões e traumas que levam à internação hospitalar ou produzem como resultado a morte da pessoa. Outras vezes ele é quase invisível. As estatísticas mostram que, por ano, cerca de 10% das pessoas idosas brasileiras morrem por homicídio. E a incidência comprovada de abusos físicos no mundo está entre
5% a 10%, dependendo da cultura local.
O abuso psicológico corresponde a todas as formas de menosprezo, de desprezo e de discriminação que provocam sofrimento mental. Por exemplo, ele ocorre quando dizemos à pessoa idosa, expressões como essas: “Você já não serve para nada”; “você já deveria ter morrido mesmo”; “você já é a bananeira que deu cacho” ou coisas semelhantes. Há muitas formas de manifestação do abuso psicológico: às vezes, o fazemos com palavras e outras com atos. Estudos médicos mostram que o sofrimento mental provocado por esse tipo de maustratos podem provocar depressão e levar ao suicídio. É importante ressaltar, em relação a abusos psicológicos, que os muito pobres e dependentes financeira, emocional e fisicamente são os que mais sofrem. Isso ocorre, no caso dos doentes, porque eles não podem dominar seu corpo ou sua mente; e no caso dos muito pobres, porque não têm dinheiro para se sustentar, sendo considerados um peso para muitas famílias.
Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Quedas
No Brasil 30% dos idosos sofrem quedas pelo menos uma vez por ano. A freqüência é maior nas mulheres. 70% das quedas ocorrem dento de casa.
Para Cunha & Guimarães (1989), a queda se dá em decorrência da perda total do equilíbrio postural, podendo estar relacionada à insuficiência súbita dos mecanismos neurais e osteoarticulares envolvidos na manutenção da postura.
A origem das quedas pode ser associada a fatores intrínsecos decorrentes de alterações fisiológicas do envelhecimento, doenças e efeitos de medicamentos e a fatores extrínsecos, como circunstâncias sociais e ambientais que oferecem desafios ao idoso. (FABRÍCIO; RODRIGUES; COSTA JÚNIOR, 2004).
Como a fraqueza muscular, falta de flexibilidade, sinergia e mecanismos de programação degradados e dificuldades de controle motor contribuem para as quedas, um alto nível de atividade física é uma estratégia eficaz para preveni-las: aumenta a força muscular, a flexibilidade e o controle motor.
Em casa, o que é possível mudar?
Sobre os cuidados que se devem implantar em uma residência com idosos, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG, 2009) informa que uma casa segura contra quedas de idosos deve ter boa iluminação nas escadas e corredores; devem ser eliminados os tapetes soltos, móveis baixos e obstáculos do chão; deve possuir piso antiderrapante, especialmente no banheiro, e tapete antiderrapante no box; ter um banquinho no box, que auxilia a ensaboar e enxaguar os pés durante o banho; ter suportes de parede no box e ao lado do vaso sanitário, para auxiliar o equilíbrio; não usar chaves na porta do banheiro, local de acidentes frequentes; ter interruptor próximo à porta e em boa altura; ter boa iluminação no trajeto da cama ao banheiro durante a noite; ter luzes noturnas que evitam a desorientação durante a noite; manter telefones próximos à cama, luzes de cabeceira fixas; remover soleiras altas das portas; não encerar o piso; altura da cama e cadeiras apropriadas para manter os pés no chão, quando sentado; manter corrimão nas escadas; colocar utensílios e mantimentos em locais de fácil alcance e não subir em escadas ou banquinhos.
No entanto, as modificações devem ser feitas com o consentimento do idoso. “Cada objeto de sua moradia tem um significado afetivo e ele poderá ficar magoado se as intervenções forem feitas sem sua permissão. (PEREIRA, 2006, p. 1).
É de responsabilidade dos gestores manter os espaços públicos favoráveis ao fácil acesso, livres de riscos e adequados às necessidades da população, fenômeno imprescindível na prevenção de quedas no ambiente externo.
Quanto à prevenção da saúde, qual atitude tomar?
As quedas nos idosos podem ser prevenidas por meio de atividade física regular e orientada. Trabalhando o condicionamento físico, o ganho de massa muscular, proporcionando uma boa postura, domínio corporal, os idosos podem adquirir autoconfiança e controle da caminhada e dos movimentos. (FERREIRA, 2007).
O treinamento de força está cada vez mais sendo indicado e praticado por indivíduos da terceira idade. De acordo com FLECK & KRAEMER (1999), as investigações científicas durante a década de 90, demonstraram que o treinamento com pesos pode ser implantado com sucesso e segurança nas populações da terceira idade, onde até mesmo os “idosos frágeis” e muitos doentes podem se beneficiar e melhorar sua qualidade de vida.
Através do treinamento com pesos pode-se melhorar o equilíbrio e a coordenação, permitindo aos indivíduos da terceira idade desempenharem atividades, tal como andar e subir escadas, com economia de energia reduzindo o risco de quedas. E em caso de uma queda, o aumento da densidade óssea (que também e atribuída ao treinamento com pesos) previne fraturas (EARLE, 2001).
Seguem algumas recomendações adaptadas da prescrição de treinamento de força para idosos frágeis e muito frágeis segundo ACSM:
Grupos musculares relevantes clinicamente: extensão de quadril e do joelho, os flexores do joelho e coluna, dorsiflexores plantares, bíceps, tríceps, ombro, extensores da coluna e muculatura abdominal. Acrescentar exercícios com pesos livres para treinar o equilíbrio. Intensidade: a partir de 80% de 1 RM (os exercícios de alta intensidade são mais seguros que os de baixa intensidade). Frequência: duas a três vezes por semana.
Fonte: <http://www.educacaofisica.com.br/index.php/blogs-ef/entry/queda-em-idosos>
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Atenção aos sinais de Alzheimer
Sinais de alerta:
Saiba que a perda de memória, confusão e desorientação podem ser sintomas de demência, e a demência mais comum é a doença de Alzheimer (DA).
Infelizmente muitas pessoas não reconhecem que estes sintomas, não percebem que eles indicam que algo está errado. Muitos creem, erroneamente, que tais alterações fazem parte do processo de envelhecimento: isso é preconceito.
Como tais sintomas se desenvolvam gradualmente podem não ser percebidos por um longo período. Algumas pessoas até recusam tomar alguma providência quando percebem que há algo errado.
É muito importante procurar um médico quando estes sintomas forem observados. Somente um médico pode diagnosticar devidamente a condição da pessoa, e, muitas vezes, os sintomas são reversíveis. E se o diagnóstico for DA pode-se encontrar ajuda para aprender como cuidar de uma pessoa com demência e onde conseguir apoio para você mesmo, o cuidador.
Perda de memória que afeta as relações e atividades do dia a dia – quando o esquecimento ocorre com mais freqüência sem que seja possível lembrar-se, por exemplo, de nomes, telefones, compromissos, dificuldades em pagar contas, em administrar o próprio dinheiro, etc
Dificuldades em executar tarefas domésticas – quando atividades simples e rotineiras como acender e apagar o fogo do fogão são esquecidas podendo oferecer risco
Problemas com vocabulário – quando acontece o esquecimento de palavras comuns podendo ocorrer também a substituição por outras totalmente inadequadas
Desorientação de tempo e espaço – quando apresentar dificuldade para localizar-se dentro da própria casa, um determinado cômodo ou ainda localizar a própria casa na rua onde vive;
Incapacidade para julgar situações – quando se observa diminuição ou perda do senso crítico, levando a pessoa a comportamentos não usuais ou estranhos frente a outrem.
Problemas com raciocínio abstrato – dificuldades de compreensão de frases, percepção de semelhanças com as que existem entre uma laranja e uma maçã e outras que exigem raciocínio complexo.
Colocar objetos em lugares errados – quando, por exemplo, a pessoa guarda o relógio no açucareiro ou um ferro elétrico na geladeira e esses erros se repetem.
Mudanças de humor ou comportamento – observação de comportamentos instáveis como calma seguidos de choro ou sinais de raiva sem motivo aparente;
Mudanças na personalidade – Alterações significativas do jeito de ser, da personalidade.
Perda de iniciativa – A pessoa torna-se muito passiva, apática, necessitando de estímulos para voltar a se envolver em alguma atividade, mesmo aquelas que lhe davam prazer.
Fonte: <http://abrazsp.org.br/>
terça-feira, 31 de julho de 2012
A Dança na Terceira Idade
A infância começa logo após o nascimento e vai até aos 12 anos, dos 13 aos 18, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, surge à adolescência. A fase adulta se estende a posteriori dos 18 anos e pode ir até aos 60, com a velhice começando a partir dos 60 anos. A maioria dos idosos tem um ou mais problemas crônicos de saúde. De acordo com seus próprios relatos, mais da metade das pessoas com 70 anos ou mais sofre de artrite, um terço tem hipertensão, mais de um quarto sofre de doença cardíaca ou catarata e aproximadamente um décimo sofre de diabetes. Uma vez que o nível elevado de colesterol é um fator de risco importante para a doença cardíaca, diminuir a gordura do sangue, através de dietas ou de fármacos, é particularmente importante nessa faixa etária.
Saúde e bem estar: como alcançar? - Dentre diversas atividades propostas por organizações não-governamentais em prol dos idosos, a dança é uma das que oferecerem grandes benefícios à saúde da população da terceira idade. Com a dança, o corpo e o espírito adquirem juntos, um bom desempenho quando o assunto é uma melhor qualidade de vida, trazendo o desenvolvimento corporal que, ao logo dos anos, se perdeu. A dança para os idosos está voltada especificamente ao equilíbrio e a coordenação motora, além de manter a sua atenção, memória e concentração, faz com que eles diminuam o seu estado de depressão, estresse, ansiedade e desenvolva em si uma auto-estima como fonte de bem estar em sua saúde.
Durante muito tempo os médicos só tinham a preocupação de mandar os idosos para hidroginástica ou caminhada, mas hoje em dia há outras opções, que é o caso da dança na terceira idade. Por conta de vários fatores, já podemos dizer que a dança na faixa etária dos idosos tem sim sua eficácia ao benefício positivo de elevar o bem estar emocional. São vários motivos que levam os idosos a procurar a dança, entre eles estão a saúde física e mental. E quando isso acontece realmente percebemos o quanto é importante movimentar o corpo através da atividade física, ou melhor, a dança faz bem para quem pratica ou até mesmo observa.
Outros pesquisadores vêm estudando a importância da prática da dança como forma de atividade física para o idoso. Para o desenvolvimento da sua consciência corporal na terceira idade, Adélia Prado, autora de vários livros, num estudo realizado na área da dança para a terceira idade, aponta que essa atividade tem grande aceitação por parte dos idosos que a praticam e, também, que a idade não se constitui em obstáculo para sua prática. Severo e Dias (2000) afirmam que a dança tem o poder de modificar a vida dos idosos, possibilitando-lhes viver numa melhor dimensão existencial.
A dança como forma de auto-estima na terceira idade - Grandes são as limitações que surgem com o passar dos anos, desta forma a dança tem surgido como instrumento potencializador para melhorar a qualidade de vida em idosos.
Segundo Rezende (2003), em ‘A Dança de Salão: Promoção da Saúde do Idoso’, a dança como atividade física ajuda a garantir a independência funcional do individuo, através da manutenção de sua força muscular, principalmente de sustentação, equilíbrio, potência aeróbica, movimentos corporais totais e mudanças no estilo de vida. A dança, neste contexto contribui para que o tempo possua uma ação mais branda nos indivíduos, amenizando as dificuldades enfrentadas por pessoas com idades mais avançadas. Dessa forma, este texto teve como objetivo analisar o significado da dança na terceira idade e, especificamente, identificar o seu significado antes e durante a sua prática, além de compreender a importância da dança para essa faixa etária. Este artigo é o início de algo ainda muito maior e mais trabalhado, fará parte da Monografia da autora deste trabalho.
Fonte: <http://www2.jornaldacidade.net/artigos_ver.php?id=10567>
terça-feira, 24 de julho de 2012
Viaja Mais Melhor Idade
O Viaja Mais Melhor Idade é uma iniciativa do Ministério do Turismo cujo objetivo é facilitar e estimular os brasileiros com 60 anos ou mais a viajar pelo País.
O programa oferece pacotes para viagens em grupos com origens e destinos específicos e serviços diferenciados, além de ofertas de meios de hospedagem em todo o Brasil.
Vale dizer que, além de promover a inclusão social dos idosos, o Viaja Mais Melhor Idade fortalece o turismo interno e gera benefícios por todo o País.
Em 2010, conforme o manual de requisitos do Viaja Mais Melhor Idade, nove operadoras de turismo trabalharam aderidas ao programa, e aproximadamente 2 mil agências cadastradas. Segundo o balanço 2010 do Programa, mais de 2 mil meios de hospedagem estavam disponíveis em 588 cidades brasileiras, colocando à disposição do público mais de 217 mil leitos. As diárias médias de 2010 ficaram cotadas em R$ 98,07 (solteiro) e R$ 114,56 (casal). Já o preço médio dos pacotes ficou em torno de R$ 950.
Outra facilidade do programa foi a parceria estabelecida com a TRIP Linhas Aéreas. Passageiros com mais de 60 anos têm direito a 35% de desconto em bilhetes aéreos comercializados pela empresa. Mais de 70 destinos brasileiros operados pela maior companhia de aviação regional da América Latina são oferecidos pelo programa com tarifas especiais. O desconto vale para todas as épocas do ano – baixa, média ou alta temporada – desde que não sejam voos compartilhados com outras companhias aéreas.
Pesquisa realizada pela Ministério do Turismo durante o Salão do Turismo 2011, em São Paulo (SP), com amostra de 472 entrevistados acima de 60 anos, mostra que:
• 46% preferem viajar de avião e 35% de ônibus;
• 76% hospedam-se em hotel ou pousada durante as viagens;
• mais de 60% viajam com os familiares;
• cerca de 45% organizam a própria viagem e 23% contam com agências de viagens;
• mais da metade viaja de uma a duas vezes por ano;
• metade considera o Nordeste como a região preferida para viagens;
• 46% preferem viajar na baixa temporada e 34,5% em qualquer época do ano;
• dentre os incentivos desejados para viajar a lazer, estão: o preço das tarifas aéreas/rodoviárias, o preço da hospedagem e os pacotes melhor organizados.
Não é possível calcular a participação exata dos idosos no mercado doméstico de turismo. O que se sabe é que esses brasileiros viajam quando são dadas as condições para isso. Uma demonstração da conquista desse novo segmento é o resultado que o Viaja Mais Melhor Idade apresentou em tão curto tempo, superando todas as metas.
Fonte: Ministério do Turismo
quarta-feira, 18 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
O QUE É GERONTOLOGIA?
Proposta por Metchnicoff em 1903 (Neri, 2008), a Gerontologia (do grego gero = envelhecimento + logia = estudo) é a ciência que estuda o processo de envelhecimento em suas dimensões biológica, psicológica e social. De acordo com Neri (2008), a Gerontologia trata-se de um “campo multi e interdisciplinar que visa à descrição e à explicação das mudanças típicas do processo de envelhecimento e de seus determinantes genético-biológicos, psicológicos e socioculturais” (p.95).
A Gerontologia é o campo de estudos que investiga as experiências de velhice e envelhecimento em diferentes contextos socioculturais e históricos, abrangendo aspectos do envelhecimento normal e patológico. Investiga o potencial de desenvolvimento humano associado ao curso de vida e ao processo de envelhecimento. Caracteriza-se como um campo de estudos multidisciplinar, recebendo contribuições metodológicas e conceituais da biologia, psicologia, ciências sociais e de disciplinas como a biodemografia, neuropsicologia, história, filosofia, direito, enfermagem, psicologia educacional, psicologia clínica e medicina (Neri, 2008).
Para Alkema e Alley (2006) a Gerontologia estuda os processos associados à idade, ao envelhecimento e à velhice, sendo uma área de convergência entre a biologia, sociologia e a psicologia do envelhecimento. O envelhecimento, nesse sentido, representa a dinâmica de passagem do tempo e a velhice inclui como a sociedade define as pessoas idosas. A biologia do envelhecimento estuda o impacto da passagem do tempo nos processos fisiológicos ao longo do curso de vida e na velhice. A psicologia do envelhecimento, por sua vez, se concentra nos aspectos cognitivos, afetivos e emocionais relacionados à idade e ao envelhecimento, com ênfase no processo de desenvolvimento humano. A sociologia baseia-se em períodos específicos do ciclo de vida e concentra-se nas circunstâncias sócio-culturais que afetam o envelhecimento e as pessoas idosas.
Texto baseia-se no capítulo produzido pela Profa Dra. Anita Liberalesso Neri.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Dor nas juntas? Saiba mais...
O termo artrite é utilizado para definir uma alteração inflamatória que acomete a articulação. Qualquer pessoa seja um atleta profissional, um esportista de fim de semana ou mesmo um indivíduo mais idoso, quando submetido a determinados esforços mais intensos ou mesmo traumáticos, pode desenvolver um quadro inflamatório da articulação que, nesta fase aguda, recebera a denominação de artrite.
A artrite (inflamação da articulação) pode ser sintoma de inúmeras doenças, sendo sempre de vital importância o diagnóstico da doença que originou a inflamação. A artrite dos esportistas, como regra é traumática e deve ser diferenciada daquela das outras doenças reumatológicas, dos processos infecciosos, das doenças microcristalinas e, principalmente, da Artrite Reumatóide, esta sim uma doença específica.
Os termos osteoartrose, osteoartrite e artrose definem uma mesma doença que chega a acometer até 30% da população adulta acima dos 50 anos. Se lembrarmos que o prefixo “artro”, vem do grego “arthros” e significa articulação, e a ele juntarmos o sufixo “ite” que significa inflamação, teremos a etimologia da palavra “artrite”. O mesmo acontecerá ao juntarmos o sufixo “ose” que significa degeneração.
Os termos osteoartrite e osteoartrose surgiram posteriormente, para exemplificar melhor a doença artrose, quando foi descoberto que o osso sub condral (embaixo da cartilagem) participava no processo fisiopatológico da Doença.
Resumindo, quando nos referimos a osteoartrose, osteoartrite ou artrose estaremos sempre falando de uma mesma doença, que deve ser tratada o mais precocemente possível, para que a mesma não cause incapacidade.
Manter a atividade funcional de uma articulação praticando exercícios físicos é fundamental para a saúde, pois a inatividade excessiva é extremamente prejudicial. Antes de desenvolver qualquer tipo de atividade física é preciso que a pessoa – em especial aquelas com histórico familiar de osteoartrose – receba uma avaliação da condição de saúde de suas articulações.
Idosos que apresentam fraqueza muscular, anormalidades neurológicas ou algum tipo de deformidade nas articulações
devem evitar exercícios excessivos que sobrecarreguem os membros, prevenindo, assim, o desenvolvimento ou avanço da doença. Exercícios de baixo impacto como natação e hidroginástica geralmente são os mais recomendados aos pacientes com osteoartrose.
Como vimos acima, vários cuidados preventivos podem ser tomados para evitar ou retardar o aparecimento da doença. Exercícios físicos apropriados de alongamento, de musculação e posturais ajudam a manter a cartilagem saudável. Sendo bem orientadas, tais práticas aumentam a amplitude dos movimentos da articulação e fortalecem os músculos para que esta possa absorver melhor os choques, reduzindo, assim, o risco da doença. Porém, se os sintomas estão presentes, é importante consultar um médico especialista.
A artrite (inflamação da articulação) pode ser sintoma de inúmeras doenças, sendo sempre de vital importância o diagnóstico da doença que originou a inflamação. A artrite dos esportistas, como regra é traumática e deve ser diferenciada daquela das outras doenças reumatológicas, dos processos infecciosos, das doenças microcristalinas e, principalmente, da Artrite Reumatóide, esta sim uma doença específica.
Os termos osteoartrose, osteoartrite e artrose definem uma mesma doença que chega a acometer até 30% da população adulta acima dos 50 anos. Se lembrarmos que o prefixo “artro”, vem do grego “arthros” e significa articulação, e a ele juntarmos o sufixo “ite” que significa inflamação, teremos a etimologia da palavra “artrite”. O mesmo acontecerá ao juntarmos o sufixo “ose” que significa degeneração.
Os termos osteoartrite e osteoartrose surgiram posteriormente, para exemplificar melhor a doença artrose, quando foi descoberto que o osso sub condral (embaixo da cartilagem) participava no processo fisiopatológico da Doença.
Resumindo, quando nos referimos a osteoartrose, osteoartrite ou artrose estaremos sempre falando de uma mesma doença, que deve ser tratada o mais precocemente possível, para que a mesma não cause incapacidade.
Manter a atividade funcional de uma articulação praticando exercícios físicos é fundamental para a saúde, pois a inatividade excessiva é extremamente prejudicial. Antes de desenvolver qualquer tipo de atividade física é preciso que a pessoa – em especial aquelas com histórico familiar de osteoartrose – receba uma avaliação da condição de saúde de suas articulações.
Idosos que apresentam fraqueza muscular, anormalidades neurológicas ou algum tipo de deformidade nas articulações
devem evitar exercícios excessivos que sobrecarreguem os membros, prevenindo, assim, o desenvolvimento ou avanço da doença. Exercícios de baixo impacto como natação e hidroginástica geralmente são os mais recomendados aos pacientes com osteoartrose.
Como vimos acima, vários cuidados preventivos podem ser tomados para evitar ou retardar o aparecimento da doença. Exercícios físicos apropriados de alongamento, de musculação e posturais ajudam a manter a cartilagem saudável. Sendo bem orientadas, tais práticas aumentam a amplitude dos movimentos da articulação e fortalecem os músculos para que esta possa absorver melhor os choques, reduzindo, assim, o risco da doença. Porém, se os sintomas estão presentes, é importante consultar um médico especialista.
Fonte: <http://www.cuidardeidosos.com.br/artrose-artrite-e-osteoartrose-sao-a-mesma-coisa/>
sexta-feira, 29 de junho de 2012
A Terceira Idade
A terceira idade é a definição usada para caracterizar o grupo de indivíduos que atingiram os 60 anos de idade, acumulando a experiência das décadas vividas. Em algumas regiões do mundo esse grupo dos idosos já é maior que o grupo de pessoas em idade infantil, um fato inédito na história da sociedade humana.
Segundo as pesquisas esse fato deve se consolidar por todo planeta por volta do ano de 2050, quando de acordo com as estimativas o grupo da 3ª idade atingirá os impressionantes 2 bilhões de membros.
O principal fator responsável por esse aumento é o crescimento da expectativa de vida das pessoas, graças as características contemporâneas favoráveis de qualidade de vida, como por exemplo, um sistema médico mais eficaz e a maior disponibilidade de acesso à alimentação, habitação, recreação e atividade física.
O impacto na economia do aumento desse grupo da terceira idade já está se destacando atualmente, segundo as estimativas os idosos são os responsáveis por movimentar uma indústria que lucra mais de 100 bilhões de reais por ano no Brasil.
Referências:
Wikipédia, a enciclopédia livre,
Revista Veja.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Qualidade de Vida na 3ª Idade
O termo qualidade de vida está atrelado ao conjunto de fatores que envolvem o bem estar físico, mental, psicológico e emocional, além de relacionamentos sociais, como família e amigos e também a saúde, educação, condições socioeconômicas e outras circunstâncias da vida. E este, não deve ser confundido com padrão de vida, uma medida que quantifica a qualidade e quantidade de bens individuais ou de uma comunidade.
A terceira idade inicia-se em torno dos 60 anos e muitos fatores influenciam na velocidade e intensidade desse processo. Dentre estes podemos citar a alimentação, o meio ambiente, estilo e hábitos de vida (como: consumo de álcool, cigarro e a prática de atividade física), a depressão, o estresse, etc. Todos estes estão diretamente relacionados e influenciados pela qualidade de vida.
No entanto, existem alguns hábitos que podem ser adotados na tentativa de melhorar a qualidade de vida. Dentre eles podemos citar:
Alimente-se bem: Inclua na sua dieta uma porção de frutas, verduras e fibras como a linhaça ou aveia. Equilibre as quantidades de proteínas e carboidratos, assim como as gorduras e açúcares. Evite comer muita fritura e doces, além de pratos congelados ricos em sódio.
Mexa-se: Se você ainda não tem o hábito de praticar exercícios regularmente, inclua caminhadas ainda que por alguns minutos por dia; qualquer exercício é melhor do que não fazer nada. Atividades físicas ativam a circulação, revigoram o corpo e fornecem energia. Está provado que o sedentarismo é um vilão para o corpo e a mente.
Descanse quando necessário: Tenha algum tempo para descansar. Seu corpo necessita de um período de 6 a 8 horas para se recuperar das atividades diárias. Uma boa noite de sono repõe todas as energias.
Preserve o bom humor: Dê mais risadas. Está comprovado que o sorriso é uma excelente terapia contra o estresse e a ansiedade.
Cultive a amizade: Ter amigos é muito saudável - uma boa conversa faz milagres para nossa saúde!
Evite o Estresse: Hoje em dia o estresse é apontado como um dos grandes causadores de doenças. O estresse é uma alteração do organismo em resposta a estímulos internos ou externos. Faça exercícios de respiração, relaxamento e meditação. Ouça música, dance e viaje mais. Mude a rotina e esqueça os problemas e o trabalho.
Tenha metas e objetivos: Planeje o seu futuro. Participe de decisões pessoais, familiares e sociais.
Exercite o cérebro: Leia, faça cursos, esteja por dentro dos assuntos que acontecem no mundo. Isso contribui para preservar a sua memória.
Tenha fé: Acredite em algo e cultive a espiritualidade para manter o equilíbrio mental.
Assim, através de um estilo de vida saudável, praticado por meio de medidas simples, como as apontadas acima, podemos melhorar a nossa saúde e bem estar.
Fonte: saudeplena.com
Fonte: saudeplena.com
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Convite
No dia 12 de maio, às 15 horas faremos o
CHÁ DAS FLORES
Um encontro voltado para homenagear as mulheres e o dia das mães.
Você e a sua família são nossos convidados.
Atenciosamente,
Residencial da 3a Idade e Casa de Repouso Santa Lúcia.
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