terça-feira, 18 de junho de 2013

Cuidados com a pela na terceira idade!


Hoje vamos falar mais um pouquinho sobre a terceira idade. Mas desta vez, sobre os cuidados com o corpo.
A partir dos 60 anos, o desgaste natural dos músculos é algo inevitável. Eles passam a aguentar uma carga menor de peso e com as atividades do dia a dia provocam dores intensas que, infelizmente, são bem frequentes. Há ainda a própria perda da massa muscular, também própria do envelhecimento.
Bom, tudo isso é comum na terceira idade, mas uma boa forma de minimizar as dores e reverter um pouco o quadro é incluir sessões de massagens na rotina.
Com elas, a densidade dos músculos diminui e os movimentos ficam menos doloridos. Além do peso do corpo parecer mais bem distribuído. É como se o ombro, as pernas e os braços fossem posicionados da forma ideal, o que gera uma melhora no equilíbrio.
A pele também é beneficiada. Na terceira idade, elas costumam ser bem ressecadas e com os cremes usados nas massagens, é nutrida e hidratada. A regeneração dos tecidos também é favorecida. E a circulação ativada.
Sem contar que é muito relaxante.
Só vantagens!
Agora as massagens não devem ser feitas somente nos casos de dores mais agudas. Elas precisam fazer parte da rotina, como prevenção mesmo.
Um bom momento para começar é agora. O inverno está chegando e é nessa estação que as pessoas na terceira idade sentem mais dores. Só por causa do frio.
E, ao inserir as massagens na rotina, aumentam a motivação para se manterem ativas. O que é importantíssimo para a saúde. Caminhar, cuidar de um jardim, dançar, fazer um curso ou até mesmo subir escadas. Deixar o corpo em movimento é essencial. E se alimentar bem também!
Especialistas recomendam a ingestão de alimentos fitoquímicos, que desempenham papéis cruciais na saúde óssea, imunológica e hormonal. São eles: grãos de soja, peixes, azeite de oliva extravirgem, frutas alaranjadas, vermelhas, repolho, couve-flor, brócolis, semente de linhaça, vinho tinto seco, entre outros.

fonte:

terça-feira, 11 de junho de 2013

COLESTEROL: FIQUE DE OLHO!


O Brasil exibe um triste recorde. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a cada ano registram-se 320 mil mortes em decorrência de doenças  cardiovasculares e 77 milhões de pessoas com dislipidemia (alta taxa de colesterol).

Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, divulgada em abril de 2012, o número de brasileiros com sobrepeso e que sofrem de obesidade aumentou nos últimos seis anos. De 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. 

Para Carlos Alberto Machado da SBC, é preciso sensibilizar a população para a realização de exames para dosagem de colesterol. Taxas de colesterol total acima de 200 mg/dl, ou LDL (colesterol ruim) acima de 100 mg/dl e HDL (colesterol bom) abaixo de 40 mg/dl, alertam para complicações a médio prazo.

O colesterol está presente em nossas células, participa na produção de vitamina D e também de hormônios. A maior parte (cerca de 70%) é produzida pelo fígado e o restante vem da ingestão de alimentos. Porém, quando em excesso no sangue pode desencadear  problemas cardiovasculares.  Existem dois tipos de colesterol. O HDL, colesterol bom, reduz o risco de acúmulo de gordura nas artérias. O LDL, colesterol ruim, deposita gordura nas artérias e dificulta o fluxo sanguíneo.

Para manter o colesterol sob controle, substitua alimentos com gorduras saturadas (manteiga, carne vermelha, creme de leite) por outros ricos em gorduras insaturadas (sementes, azeite de oliva); troque carnes vermelhas por carne branca e peixes, garanta consumo diário de alimentos ricos em fibra (frutas, verduras e legumes) e realize atividade física regular.

< Fonte: www.r7.com.br >

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Alimentação na Terceira Idade


Não dá para evitar o envelhecimento, no entanto, é possível driblar alguns efeitos que a idade tem sobre a saúde, montando os pratos certos na juventude (como medida preventiva) e na própria terceira idade (como forma de manutenção). Ou seja, seguindo uma alimentação balanceada, dá para passar longe das doenças que acometem pessoas mais velhas, como a osteoporose, o diabetes e as doenças cardíacas.

Dentre os métodos preventivos, dá para citar um cardápio recheado de alimentos fontes de sais minerais. Eles são uma boa pedida para evitar o enfraquecimento ósseo. O mais famoso deles é o cálcio, mas fósforo e magnésio também desempenham papel importante na batalha contra a osteoporose.

Recorrer aos peixes, vegetais folhosos e escuros, tofu, leite e derivados são formas diferentes de obter cálcio. Já o fósforo, é encontrado nos ovos, carnes, grãos integrais e queijos. Enquanto o magnésio pode ser absorvido se legumes e verduras verdes, cereais integrais e oleaginosas (nozes, castanhas) estiverem presentes na rotina alimentar.

A recomendação de cálcio e fósforo é de 1.200 miligramas e 700 miligramas por dia, respectivamente. Enquanto a de magnésio é de 320 miligramas diários para mulheres e 420 miligramas para homens. Veja, a seguir, alguns exemplos da quantidade encontrada em determinados alimentos.

Mudanças no organismo, adaptação no cardápio

Falando do time que garante a manutenção da saúde já na terceira idade, a lista é um pouco maior. O primeiro passo é ter a consciência de que a composição do organismo muda com o passar dos anos. Bons exemplos de mudanças são a diminuição da massa muscular e o aumento do tecido adiposo. 

Entre tantas modificações, a necessidade calórica também entra na jogada. Os especialistas afirmam que, a cada dez anos depois dos 50, a pessoa consome 10% a menos das calorias totais do menu diário. Isso significa que uma pessoa de 50 anos que consome 1.800 calorias por dia, vai precisar de apenas 1.440, quando chegar aos 70. Isso ocorre justamente por causa da perda de massa magra. Quanto menor a quantidade de músculos, menor a necessidade de energia. 

Os idosos que não atendem à diminuição calórica que o organismo exige, podem sofrer com excesso de peso, principalmente, se forem sedentários. Os quilos a mais levam a conseqüências mais sérias, como o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes. Para evitar todos esses males, fique atento aos nutrientes que não podem faltar no prato.

Fibras

Elas garantem o bom funcionamento do intestino e por se unirem ao açúcar dos alimentos,fazendo com que ele demore mais tempo para cair na corrente sanguínea, são ótimas aliadas dos diabéticos. Para encontrá-las, basta incluir verduras, legumes, frutas e aveia nas refeições.

Potássio

Pesquisas mostram que o consumo de potássio está associado à diminuição da pressão arterial. Banana, abacate, água-de-coco, brócolis e cenoura são boas opções de fonte do mineral. A recomendação é de 4.700 miligramas por dia. Uma banana média, por exemplo, fornece 467 mg.

Vitamina B12

Encontrada nos ovos, fígado, leite e seus derivados, ela participa da formação das células vermelhas do sangue e, além disso, mantém os nervos saudáveis. As doses diárias ideais para idosos são de 2,4 microgramas por dia. Em um bife médio de carne vermelha dá para obter 2.1 mcg. 

Vitamina D

Peixes são ótimas fontes da vitamina que auxilia na absorção do cálcio e fósforo, protegendo o corpo contra a osteoporose. Por isso, a vitamina D deve fazer parte do cardápio dos idosos, resultando em 15 microgramas diários. Uma xícara de leite fortificado com vitamina D oferece 2.5 mcg.

Vitamina E
Ela entra em ação na batalha contra as doenças do coração, já que combate os radicais livres (moléculas que se acumulam nas artérias, causando entupimento). Para encher o prato de vitamina E, é só contar com os óleos vegetais, gema de ovo, peixes e verduras. A quantidade suficiente para a vitamina E desempenhar suas funções é de 15 de 15 miligramas diários. Meia xícara de cenoura picada contém 385 mcg. 

Zinco


O mineral encontrado nas carnes, germe de trigo, grãos integrais e ostras funciona como uma barreira do corpo diante das infecções, já que o zinco faz parte de diversas enzimas que atuam no sistema imunológico. A recomendação diária de consumo é de 11 miligramas para homens e 8 miligramas para mulheres.

Fonte: Site Minha Vida

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Abusos na Terceira Idade




Os  abusos físicos constituem a maior parte das queixas das pessoas idosas e costumam acontecer no seio da família, na rua, nas instituições de prestação de serviços, dentre outros espaços. Às vezes, o abuso físico resulta em lesões e traumas que levam à internação hospitalar ou produzem como resultado a morte da pessoa. Outras vezes ele é quase invisível. As estatísticas mostram que, por ano, cerca de 10% das pessoas idosas brasileiras morrem por homicídio. E a incidência comprovada de abusos físicos no mundo está entre 
5% a 10%, dependendo da cultura local.

O abuso psicológico corresponde a todas as formas de menosprezo, de desprezo e de discriminação que provocam sofrimento mental. Por exemplo, ele ocorre quando dizemos à pessoa idosa, expressões como essas: “Você já não serve para nada”; “você já deveria ter morrido mesmo”; “você já é a bananeira que deu cacho” ou coisas semelhantes. Há muitas formas de manifestação do abuso psicológico: às vezes, o fazemos com palavras e outras com atos. Estudos médicos mostram que o sofrimento mental provocado por esse tipo de maustratos podem provocar depressão e levar ao suicídio. É importante ressaltar, em relação a abusos psicológicos, que os muito pobres e dependentes financeira, emocional e fisicamente são os que mais sofrem. Isso ocorre, no caso dos doentes, porque eles não podem dominar seu corpo ou sua mente; e no caso dos muito pobres, porque não têm dinheiro para se sustentar, sendo considerados um peso para muitas famílias. 

Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quedas

 
Todas as pessoas podem sofrer quedas, porém, para os idosos, o significado disto é muito relevante, pois pode levá-lo à incapacidade, detrimento e morte.

No Brasil 30% dos idosos sofrem quedas pelo menos uma vez por ano. A freqüência é maior nas mulheres. 70% das quedas ocorrem dento de casa.

Para Cunha & Guimarães (1989), a queda se dá em decorrência da perda total do equilíbrio postural, podendo estar relacionada à insuficiência súbita dos mecanismos neurais e osteoarticulares envolvidos na manutenção da postura.

A origem das quedas pode ser associada a fatores intrínsecos decorrentes de alterações fisiológicas do envelhecimento, doenças e efeitos de medicamentos e a fatores extrínsecos, como circunstâncias sociais e ambientais que oferecem desafios ao idoso. (FABRÍCIO; RODRIGUES; COSTA JÚNIOR, 2004).

Como a fraqueza muscular, falta de flexibilidade, sinergia e mecanismos de programação degradados e dificuldades de controle motor contribuem para as quedas, um alto nível de atividade física é uma estratégia eficaz para preveni-las: aumenta a força muscular, a flexibilidade e o controle motor.

Em casa, o que é possível mudar?


Sobre os cuidados que se devem implantar  em uma residência com idosos, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG, 2009) informa que uma casa segura contra quedas de idosos deve ter boa iluminação nas escadas e corredores; devem ser eliminados os tapetes soltos, móveis baixos e obstáculos do chão; deve possuir piso antiderrapante, especialmente no banheiro, e tapete antiderrapante no box; ter um banquinho no box, que auxilia a ensaboar e enxaguar os pés durante o banho; ter suportes de parede no box e ao lado do vaso sanitário, para auxiliar o equilíbrio; não usar chaves na porta do banheiro, local de acidentes frequentes; ter interruptor próximo à porta e em boa altura; ter boa iluminação no trajeto da cama ao banheiro durante a noite; ter luzes noturnas que evitam a desorientação durante a noite; manter telefones próximos à cama, luzes de cabeceira fixas; remover soleiras altas das portas; não encerar o piso; altura da cama e cadeiras apropriadas para manter os pés no chão, quando sentado; manter corrimão nas escadas; colocar utensílios e mantimentos em locais de fácil alcance e não subir em escadas ou banquinhos.

No entanto, as modificações devem ser feitas com o consentimento do idoso. “Cada objeto de sua moradia tem um significado afetivo e ele poderá ficar magoado se as intervenções forem feitas sem sua permissão.  (PEREIRA, 2006, p. 1).

É de responsabilidade dos gestores manter os espaços públicos favoráveis ao fácil acesso, livres de riscos e adequados às necessidades da população, fenômeno imprescindível na prevenção de quedas no ambiente externo.

Quanto à prevenção da saúde, qual atitude tomar?

As quedas nos idosos podem ser prevenidas por meio de atividade física regular e orientada. Trabalhando o condicionamento físico, o ganho de massa muscular, proporcionando uma boa postura, domínio corporal, os idosos podem adquirir autoconfiança e controle da caminhada e dos movimentos. (FERREIRA, 2007).

O treinamento de força está cada vez mais sendo indicado e praticado por indivíduos da terceira idade. De acordo com FLECK & KRAEMER (1999), as investigações científicas durante a década de 90, demonstraram que o treinamento com pesos pode ser implantado com sucesso e segurança nas populações da terceira idade, onde até mesmo os “idosos frágeis” e muitos doentes podem se beneficiar e melhorar sua qualidade de vida.

Através do treinamento com pesos pode-se melhorar o equilíbrio e a coordenação, permitindo aos indivíduos da terceira idade desempenharem atividades, tal como andar e subir escadas, com economia de energia reduzindo o risco de quedas. E em caso de uma queda, o aumento da densidade óssea (que também e atribuída ao treinamento com pesos) previne fraturas (EARLE, 2001).

Seguem algumas recomendações adaptadas da prescrição de treinamento de força para idosos frágeis e muito frágeis segundo ACSM:

Grupos musculares relevantes clinicamente: extensão de quadril e do joelho, os flexores do joelho e coluna, dorsiflexores plantares, bíceps, tríceps, ombro, extensores da coluna e muculatura abdominal. Acrescentar exercícios com pesos livres para treinar o equilíbrio. Intensidade: a partir de 80% de 1 RM (os exercícios de alta intensidade são mais seguros que os de baixa intensidade). Frequência: duas a três vezes por semana.

Fonte: <http://www.educacaofisica.com.br/index.php/blogs-ef/entry/queda-em-idosos>

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Atenção aos sinais de Alzheimer


Sinais de alerta:


Saiba que a perda de memória, confusão e desorientação podem ser sintomas de demência, e a demência mais comum é a doença de Alzheimer (DA).

Infelizmente muitas pessoas não reconhecem que estes sintomas, não percebem que eles indicam que algo está errado. Muitos creem, erroneamente, que tais alterações fazem parte do processo de envelhecimento: isso é preconceito.

Como tais sintomas se desenvolvam gradualmente podem não ser percebidos por um longo período. Algumas pessoas até recusam tomar alguma providência quando percebem que há algo errado.

É muito importante procurar um médico quando estes sintomas forem observados. Somente um médico pode diagnosticar devidamente a condição da pessoa, e, muitas vezes, os sintomas são reversíveis. E se o diagnóstico for DA pode-se encontrar ajuda para aprender como cuidar de uma pessoa com demência e onde conseguir apoio para você mesmo, o cuidador.

Perda de memória que afeta as relações e atividades do dia a dia – quando o esquecimento ocorre com mais freqüência sem que seja possível lembrar-se, por exemplo, de nomes, telefones, compromissos, dificuldades em pagar contas, em administrar o próprio dinheiro, etc

Dificuldades em executar tarefas domésticas – quando atividades simples e rotineiras como acender e apagar o fogo do fogão são esquecidas podendo oferecer risco

Problemas com vocabulário – quando acontece o esquecimento de palavras comuns podendo ocorrer também a substituição por outras totalmente inadequadas

Desorientação de tempo e espaço – quando apresentar dificuldade para localizar-se dentro da própria casa, um determinado cômodo ou ainda localizar a própria casa na rua onde vive;

Incapacidade para julgar situações – quando se observa diminuição ou perda do senso crítico, levando a pessoa a  comportamentos não usuais ou estranhos frente a outrem.

Problemas com raciocínio abstrato – dificuldades de compreensão de frases, percepção de semelhanças com as que existem entre uma laranja e uma maçã e outras que exigem raciocínio complexo.

Colocar objetos em lugares errados – quando, por exemplo, a pessoa guarda o relógio no açucareiro ou um ferro elétrico na geladeira e esses erros se repetem.

Mudanças de humor ou comportamento –  observação de  comportamentos  instáveis como  calma seguidos de choro ou sinais de raiva sem motivo aparente;

Mudanças na personalidade – Alterações significativas do jeito de ser, da personalidade.

Perda de iniciativa –  A pessoa torna-se muito passiva, apática, necessitando de estímulos para voltar a se envolver em alguma atividade, mesmo aquelas que lhe davam prazer.